11/09/2017 - CTI do HGG recebe selo de gestão de indicadores



Certificação da Amib aponta que Hospital está gerenciando seus indicadores de qualidade e desempenho em consonância com a RDC - 7, da Anvisa, que trata sobre os requisitos de funcionamento das UTIs

O Hospital Alberto Rassi – HGG recebeu o Selo Amib que atesta os bons resultados na gestão de indicadores de qualidade e desempenho no Centro de Terapia Intensiva (CTI). A certificação atesta que a unidade vem cumprindo a Resolução da Diretoria Colegiada nº 7 da Anvisa (RDC-7) por meio do sistema Epimed, contribuindo para a melhoria da qualidade da medicina intensiva e segurança dos pacientes no Brasil.

A RDC 7 dispõe sobre os requisitos de funcionamento das Unidades de Terapia Intensiva. De acordo com o coordenador do CTI do HGG, Marcelo Rabahi, o selo, concedido pela Associação de Medicina Intensiva Brasileira (Amib), é resultado de uma avaliação feita pela entidade através do sistema Epimed, que é alimentado diariamente de forma bem detalhada. “Este sistema de gestão está nas grandes UTIs do Brasil, América Latina e até mesmo da Europa. Com ele, podemos perceber como o HGG está em relação às outras unidades do mundo”, explica.

A certificação da Amib tem validade de um ano. “Este selo vem para atestar mais uma vez a qualidade do serviço prestado no CTI”, disse Rabahi. O coordenador destaca que o tratamento intensivo no HGG teve um salto qualitativo e quantitativo com a gestão do Instituto de Desenvolvimento Tecnológico e Humano (Idtech). “A primeira mudança na gestão do Hospital, há cinco anos, foi o incremento de mais 20 leitos e implantação de uma assistência humanizada.”

De julho de 2016 a julho de 2017, foram atendidos 1.469 pacientes no CTI do HGG, sendo que 56% foram idosos com mais de 60 anos de idade. A taxa de ocupação foi de 85% e 68% dos pacientes tiveram diagnóstico de sepse (conhecida popularmente por infecção generalizada), demandando alto consumo de antibióticos e outros medicamentos de alto custo. A atenção humanizada e gestão responsável dos processos revelou uma taxa de óbitos 10 % abaixo da média esperada pela gravidade dos pacientes atendidos.




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