19/10/2017 - Obras de unidade coletora de sangue do HGG já estão em andamento



Objetivo é aumentar a captação de sangue para pacientes do hospital, trazendo mais comodidade aos familiares e amigos doadores

O Hospital Alberto Rassi - HGG iniciou as obras de sua unidade coletora de sangue. A unidade faz parte da estratégia do hospital para aumentar a captação de doações de sangue para os pacientes e não correr o risco de suspender as cirurgias. O HGG realiza cirurgias eletivas e de emergência encaminhadas pela Central de Regulação do Município de Goiânia, e, por este motivo, a reserva de sangue é essencial para a segurança dos pacientes que passarão por cirurgias.

A diretora de enfermagem do HGG, Natalie Alves Andraschko, explica que somente a coleta será feita no hospital, que encaminhará as bolsas de sangue doadas para que o Hemocentro faça o processamento. "O sangue doado pode gerar outros hemoderivados, como hemácias, plasma, plaquetas e crioprecipitado; por isso uma bolsa de sangue pode salvar a vida de até quatro pessoas adultas ou até dez crianças, já que cada unidade de sangue pode ser dividida de acordo com a necessidade do paciente. À medida que hospital demande bolsas de sangue, elas serão solicitadas ao Hemocentro, que fará o envio", disse. Natalie ressalta ainda que a unidade coletora no HGG trará praticidade aos doadores. "O HGG dará maior comodidade aos familiares e amigos de pacientes internados, que poderão doar sangue no próprio hospital no momento da internação ou quando vierem fazer as visitas."

A diretora de Serviços Multidisciplinares do HGG, Rogéria Cassiano, destaca que, embora tenham sido implantadas e intensificadas ações multidisciplinares de orientação e conscientização, a quantidade de doações ainda está abaixo da que o hospital necessita, que é de cerca de 350 bolsas por mês. "Historicamente, o HGG vive uma realidade em que o número de doadores de sangue é menor do que o número de pacientes que recebem transfusão sanguínea. A unidade coletora dentro do hospital busca descentralizar a captação de doações de sangue, com objetivo de incrementar a coleta de bolsas, garantindo maior estoque de hemocomponentes para o HGG", explicou.

A unidade coletora contará com duas cadeiras de doação e será instalada no térreo da unidade, onde funcionava a morgue, setor em que se colocam e identificam os cadáveres. A morgue passará a ter seu acesso por meio da portaria B e funcionará em uma área que era usada para outra finalidade e passou por adaptações. "Essa alteração vai propiciar maior acessibilidade, maior controle dos fluxos e garantir a segurança no processo de entrega de óbitos institucionais", explica Rogéria.




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