16/11/2017 - Saúde na Praça no Dia Mundial do Diabetes realiza 455 atendimentos



Das 7 às 13h, equipe multiprofissional do HGG realizou aferição de pressão arterial, teste de glicemia e cálculo de IMC, atividades físicas e prestou orientações médicas e nutricionais ao público que compareceu à Praça Abrão Rassi

Nem o sol forte e o calor desanimaram o público que esteve na manhã desta terça-feira, 14 de novembro, na tenda do Saúde na Praça, que teve como foco o Dia Mundial do Diabetes, celebrado no dia de hoje. Das 7 às 13h, equipe multiprofissional do Hospital Estadual Alberto Rassi – HGG realizou aferição de pressão arterial, teste de glicemia e cálculo de IMC, além de atividades físicas com suporte de fisioterapeutas e orientações médicas e nutricionais sobre a prevenção e o controle do Diabetes. Ao todo, a equipe totalizou 455 atendimentos.

Por ser uma doença silenciosa, muitos pacientes não identificam algum problema que o alertem a procurarem um médico, ou ainda, não seguem a risca o tratamento. É o caso da contadora Aparecida Ramos, de 60 anos, que, diagnosticada com diabetes, não estava tomando os remédios. “Vinha aqui perto e aproveitei para vir aqui. Fazia acompanhamento, mas esse ano descuidei e, hoje, a médica falou que o meu diabetes aumentou muito e preciso procurar o meu médico e voltar a tomar meus remédios. Além disso, a pressão também estava alta”, contou.

O chefe do Serviço de Endocrinologia do HGG, Nelson Rassi, explicou que o Diabetes tem aumentado muito nos últimos anos em decorrência dos maus hábitos de vida da população. “Essa associação do sedentarismo, do ganho de peso e da genética inadequada favorece o aparecimento de diabete”. Rassi destacou ainda que essas campanhas são importantes para identificar de maneira mais rápida pessoas com a doença. “O teste de glicemia é o modo mais rápido para a identificação da pessoa com diabetes”, afirmou.

A ex-professora aposentada, Cecília Terezinha Fernandes Moraes, de 84 anos, viu sobre a ação na televisão e veio até a tenda com seus exames para checar como andava a saúde. “Me assustei, pois a médica disse que estou pré-diabética. Toda vida eu cuidei, pois sou de família de diabéticos e minha preocupação maior é com a visão, por já ter perdido um olho. Por isso, gostei muito da ação, podia ter sempre, pois o público se beneficia”.




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