23/11/2017 - Solidariedade.ponto.com leva diversão aos alunos do Corae



Idtech encerra as atividades do projeto em 2017, levando pela quarta vez iniciativa de inclusão digital para estudantes com limitações físicas e mentais

O clima foi de animação e alegria nesta terça-feira, 21 de novembro, entre os alunos do Centro de Orientação, Reabilitação e Assistência ao Encefalopata – Corae que participavam do Solidariedade.ponto.com. O projeto de inclusão digital do Instituto de Desenvolvimento Tecnológico e Humano (Idtech) levou quatro computadores para o acesso dos estudantes da instituição, que atende crianças, adolescentes e adultos com necessidades especiais.

É a quarta vez que o Idtech promove a iniciativa entre os alunos, que aguardavam com expectativa o momento da interação com as máquinas. Alguns jogaram, outros aproveitaram para assistir clipes musicais ou ainda acessar suas redes sociais. O estudante Denison Barbosa Machado, de 30 anos, possui computador em casa e acessa-o frequentemente, tendo inclusive Facebook e Instagram, e aproveitou a oportunidade para mostrar aos colegas a foto da filha Sofia de 5 meses. “Gosto muito de computador, normalmente eu fico nas redes sociais, ouço música e interajo. Como na escola não tem computadores e muitos colegas também não têm em casa, acho importante ter esse momento aqui”, disse.

É o caso da aluna Fernanda Cristina Barbosa, de 40 anos, que não tem o aparelho em casa e usufruiu do momento para ouvir e cantar músicas das artistas Marília Mendonça, Simone e Simaria e Anitta. “A internet é uma coisa muito boa, não tenho computador em casa, e quando eles vêm para cá a gente mexe e é muito bom. Assisto clipe e fico sabendo das músicas novas dos cantores”, relata.

Para o presidente do Corae, Paulo Massi, o projeto Soliedariedade.com é importante aos alunos do Corae sob diversos aspectos. “Entre nossos alunos, alguns têm limitações físicas e intelectuais, portanto o computador proporciona desde um passatempo interessante, até na questão emocional, podendo ajudar na vida e no desenvolvimento, como no caso apenas dos com limitação física, ser o início de alguns trabalhos em casa utilizando o computador. A iniciativa também vem somar com um desejo que nós temos aqui no Corae, que é futuramente termos uma escolinha de informática. Os alunos gostam e querem”, relatou Paulo. A atividade durou o dia todo e ainda teve pipoca para os estudantes.




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