05/12/2017 - Sesmt e Cipa realizam ação no Dia de Combate à Aids



Colaboradores receberam laço vermelho, panfleto com orientações e preservativo na última sexta-feira, 1º de dezembro

Em celebração ao Dia Mundial de Combate à Aids, o Serviço Especializado em Saúde e Medicina do Trabalho (Sesmt) e a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa) do Hospital Estadual Alberto Rassi – HGG percorreram os corredores da unidade para alertar os colaboradores sobre a importância da prevenção da doença na última sexta-feira, 1º de dezembro. Foram distribuídos panfletos, preservativos e laços vermelhos que simbolizam a solidariedade e o comprometimento na luta contra a doença.

O médico do trabalho do Sesmt, Ubiratan Seixas, destacou que a ação é de extrema relevância para promover esclarecimentos entre os colaboradores, reforçando a importância da prevenção. "Temos um esforço mundial de luta contra a Aids. Temos que continuar no enfrentamento ao estigma e o preconceito com os portadores do HIV/Aids, focando sempre na prevenção, que continua sendo o melhor remédio", explicou.

Aids no Brasil
De acordo com o Boletim Epidemiológico de HIV/Aids lançado na última sexta-feira, em 2016 houve uma queda de 5,2% na taxa de detecção de casos da doença com relação a 2015, passando de 19,5 por 100 mil habitantes para 18,5 casos por 100 mil habitantes. Houve queda de 7,2% também no índice de mortalidade, passando de 5,7 óbitos por 100 mil habitantes, em 2015, para 5,2 óbitos, em 2016.

Já com relação ao perfil da Aids, a tendência é de queda. Foram registrados em 2016 22 casos em homens para cada 10 casos em mulheres. Entretanto, houve aumento na taxa de detecção entre homens de 15 a 19 anos, passando de 2,4 casos por 100 mil habitantes em 2006 para 6,7 casos em 2016, e de 16 para 33,9 casos de Aids por 100 mil habitantes entre 2006 e 2016. Já nas mulheres, houve aumento da doença entre 15 a 19 anos - passou de 3,6 casos para 4,1. Também há crescimento em idosas acima dos 60 anos, passando de 5,6 para 6,4 casos por 100 mil habitantes.

Quanto à forma de transmissão, a doença cresce entre homens que fazem sexo com homens, mudando o perfil, nos últimos dez anos, quando a proporção maior de caso era de transmissão heterossexual. Na comparação a 2006, observa-se aumento de 33% nos casos de transmissão de homens que fazem sexo com homens.




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