Animação e emoção e muito modão marcam Sarau com Rafael Rodrigues e Guilherme



Acompanhados do violonista Walter Teixeira, a dupla cantou com o público até na hora da tradicional foto após apresentar um repertório repleto de sucessos sertanejos

O primeiro Sarau de 2018, realizado na última quinta-feira, 11 de janeiro, com a dupla Rafael Rodrigues e Guilherme, foi marcado por muita animação e emoção. O público se empolgou e cantou, juntamente com a dupla, canções do sertanejo e modões, tocados em violão e sanfona. Teve paciente que cantou com o vocalista, teve pedido de música e canção com nome de paciente. No repertório, músicas populares do sertanejo como ‘60 Dias Apaixonado’, de Chitãozinho e Xororó, e sucessos recentes como ‘Vidinha Balada’, de Henrique e Juliano.

Acompanhados do violonista Walter Teixeira, filho da gerente de internato e estágio do HGG, Wagna Teixeira, a dupla cantou com o público até na hora da tradicional foto, deixando um gostinho de quero mais entre os pacientes e acompanhantes.O paciente José Miguel Piques, de 64 anos, gaúcho de Pelotas que está internado por um problema renal, é sanfoneiro e cantou e foi às lágrimas cantando com a dupla. “Meu Deus do céu, eu adorei esse show. Levanta a autoestima da gente, que fica só deitado na cama. O HGG está de parabéns, porque aqui não parece um hospital, mas sim um hotel”, falou José.

A emoção do público também contagiou e comoveu o cantor Rafael. “Sem palavras para descrever hoje. É sempre um prazer e uma satisfação enorme estar aqui, são pessoas lindas e não tem dinheiro que pague ver a alegria, o carinho e a felicidade no rostinho de cada um aqui. Já estou esperando o próximo convite, porque a gente vem com todo o amor e carinho, por isso, obrigada HGG e toda a diretoria. É uma honra estar aqui”, agradeceu o cantor que já cantou em outras ocasiões no Sarau do HGG, na época em outra composição de dupla.

O parceiro Guilherme, que se apresentou pela primeira vez no HGG, falou da experiência como voluntário. “Já desenvolvemos um trabalho social em Senador Canedo, com um grupo de idosos. Lá nós temos um coral e um forró, que promovemos junto a idosos em situação de vulnerabilidade e que usam nossas atividades musicais como uma terapia alternativa. Por isso é muito importante para nós estarmos aqui. Percebi que os pacientes interagiram bastante com a gente e tenho certeza que a tarde se tornou um pouco mais agradável”, considerou o sanfoneiro.



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