22/01/2018 - Rolê de Triiio anima pacientes no Sarau do HGG



Apresentação foi realizada na última quinta-feira, 18 de janeiro, e contou pop, MPB e sertanejo no ritmo de samba rock

Pacientes, acompanhantes e colaboradores se animaram no Sarau do Hospital Estadual Alberto Rassi - HGG, realizado na última quinta-feira, 18 de janeiro. A banda Rolê de Triiio levou um repertório animado, que foi desde o rock à MPB e muito sertanejo em ritmo de samba rock. Formada pelos músicos Bruno Borges (violão e vocal), Ítalo de Oliveira (percuteria) e Rodrigo Makarrão (vocal e pandeiro), a banda interagiu bastante com o público e atendeu pedidos de música.

A apresentação começou com a música "Onde Você Mora?", da banda Cidade Negra. A partir daí, o público passou a fazer pedidos e a banda atendeu todos, cantando desde modões sertanejos, como "60 dias apaixonado" - famosa nas vozes de diversos artistas, como Chitãozinho e Xororó e Milionário e José Rico, até "Meu Ex-amor", de Amado Batista. O show foi encerrado com um pout-pourri de pagode anos 90, com músicas das bandas Só Pra Contrariar e Os Morenos.

Maria Dalva da Costa Lima acompanha o esposo em tratamento no HGG e se divertiu durante o show, cantando todas as músicas e fazendo até pedidos. "Achei maravilhoso, animou bastante todos nós. Meu esposo adorou o show, ajuda a despertar, dar uma animada. Pode continuar sempre, todos os dias se tiver como", brincou. Ela ainda aproveitou a oportunidade para elogiar o atendimento que vem recebendo. "Eu estou amando ficar aqui, o atendimento aqui é excelente. Hospital igual a esse não existe, vocês estão de parabéns!", completou.

Os integrantes Ítalo e Rodrigo já participaram do projeto Sarau do HGG em 2016, mas para Bruno foi a primeira experiência de se apresentar em um hospital. O músico aprovou a iniciativa e disse que ações como essas são importantes para ajudar os pacientes na recuperação. "Foi incrível, a energia do pessoal é maravilhosa. É muito importante esse tipo de evento, de movimentação dentro do hospital, porque a pessoa esquece um pouco da doença, do que tá passando e acaba ficando alegre, feliz com o que está acontecendo. Fiquei apaixonado pelo evento! Se todos os hospitais fizessem isso, as pessoas passariam pelas doenças com uma facilidade muito maior", elogiou.




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