Saúde na Praça alerta para a prevenção no Carnaval



Nesta quinta-feira, 8 de fevereiro, profissionais do Hospital Alberto Rassi – HGG orientarão a população sobre saúde sexual e disponibilizarão testes rápidos de sífilis. Ação será realizada na Praça Abrão Rassi das 7 às 12 horas

Com o objetivo de conscientizar a população para uma folia mais segura, o Hospital Estadual Alberto Rassi - HGG realiza nesta quinta-feira, 8 de fevereiro, edição especial do projeto Saúde na Praça, com serviços gratuitos para a população. Entre as novidades está a disponibilização de testes rápidos de Sífilis, doença cujo casos aumentaram mais de 400% em Goiás.

A ação é aberta ao público e será realizada na Praça Abrão Rassi, em frente ao HGG, das 7 às 12 horas. Além do teste rápido de Sífilis, estarão disponíveis para toda a população serviços de aferição de pressão, distribuição de preservativos, orientações com equipe multiprofissional sobre saúde sexual e cuidados com a alimentação. O objetivo é alertar a população com relação às doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) e infecções sexualmente transmissíveis (ISTs), e a importância da prevenção no Carnaval.

No mesmo dia, os pacientes e acompanhantes que estiverem aguardando por atendimento no Ambulatório de Medicina Avançada (AMA) assistirão à palestra "No Carnaval, cuidado redobrado com doenças sexualmente transmissíveis". O tema será abordado pela coordenadora estadual do IST/Aids, Milca de Freitas Queiroz Prado, a partir das 8h30.

Sífilis
A sífilis é uma doença sexualmente transmissível, contagiosa, caracterizada por cancros ou lesões nas regiões genitais e que pode apresentar sintomas variáveis e graus de gravidade, conforme a exposição de cada indivíduo. É causada pela bactéria Treponema pallidum que tanto pode ficar latente no organismo -sem muitos sintomas- como também, nas pessoas reinfestadas, levar a quadros mais graves de adoecimento. De acordo com boletim epidemiológico da Secretaria de Estado da Saúde (SES), de 2013 a 2016 constatou-se aumento de 453% de sífilis adquirida, 31% de sífilis em gestantes e 107% de sífilis congênita.



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