18/06/2018 - HGG promove ação para incentivar doação de sangue



Em comemoração ao Dia Mundial do Doador de Sangue, nesta quinta-feira, 14 de junho, unidade hospitalar promoveu ação entre os acompanhantes de pacientes e colaboradores

Para comemorar o Dia Mundial do Doador de Sangue, a equipe da Unidade Coletora de Sangue do Hospital Estadual Alberto Rassi – HGG promoveu nesta quinta-feira, 14 de junho, uma ação para acompanhantes de pacientes internados e colaboradores, para incentivar o ato. O grupo de teatro Cosplay Classe A percorreu as enfermarias, Ambulatório de Medicina Avançada (AMA) e até o Centro de Terapia Intensiva (CTI), explicando que uma doação de sangue pode beneficiar até quatro pessoas.

Durante a ação, a equipe da Unidade Coletora de Sangue aproveitou para lembrar o público que agora as doações podem ser feitas na própria unidade. Neste dia, a Unidade recebeu 23 doações, mais que o dobro da média diária. “Ficamos muito felizes com o resultado, porém o mais gratificante foi ver a alegria dos pacientes quando agradecemos pessoalmente cada um que enviou seus parentes e amigos, e também se mobilizaram para ajudar tantas pessoas que precisam de sangue”, declarou a gerente da Unidade Coletora, Bruna Paixão.

Wanessa Campos Marinho está no HGG como acompanhante e elogiou a iniciativa. “Já doei sangue mas foi há vários anos. Eu acho importante porque salva muitas vidas, tem muita gente precisando. Inclusive na minha família a minha mãe já precisou e recorremos aos amigos e familiares”. A paciente Zenilda Inocência de Oliveira afirma que a pessoa que deixa de doar sangue, deixa de salvar várias vidas. “Na primeira vez que fui doar, eu descobrir que era hipertensa e não pude mais. Mas de uma família de oito irmãos, sou a única que não doa porque não posso, mas os meus irmãos são todos doadores”.

Representando a Mulher Maravilha, Maria Helena Pires disse que participa desse tipo de ação por acreditar que sangue é vida. “Tive um caso na minha família em que a pessoa precisou de muito sangue e não encontrei doadores, e então precisei recorrer ao Exército e Corpo de Bombeiros. Sangue é vida. Eu era doadora, porem tive câncer e não posso mais, o que é uma pena. Se eu pudesse eu doava tudo, sangue, medula. Mas na minha família tem muitos doadores”, afirmou.



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