04/01/2019 - Idtech atinge meta para contratações de PCDs



Instituto fechou o ano de 2018 com 37 pessoas com deficiência atuando em seus postos de trabalho

O Instituto de Desenvolvimento Tecnológico e Humano (Idtech) atingiu neste mês de dezembro, a meta de contratações de Pessoas com Deficiência (PCDs), de acordo com a Lei Brasileira de Inclusão de Pessoas com Deficiência, nº 13.146/2015. No total, 37 colaboradores foram contratados ao longo do ano, para atuar nos postos de trabalho geridos pela organização social.

Em todos os meses do ano de 2018, foram realizados processos seletivos para avaliação das pessoas com deficiência, com aplicação de testes psicológicos, testes de digitação e entrevista, afim de cumprir a cota que é de 4% sobre o total de colaboradores da instituição. Os processos seletivos foram divulgados em jornais de grande circulação. Além disso, O Idtech contou com a parceria da Associação de Deficientes Físicos de Goiás – Adfego, com o intuito de divulgar as vagas para as pessoas com deficiência.

De acordo com a gerente de Recursos Humanos do Idtech, Deborah Inácio, o Instituto se preocupa com a inclusão e acessibilidade desses novos colaboradores, disponibilizando rampas, elevadores e sanitários com acessibilidade. “Para garantir a segurança dos colaboradores que transitam pelo HGG, principalmente aqueles com dificuldade de locomoção, fizemos diversas adequações, como por exemplo, todos os corrimãos do hospital receberam placas metálicas com identificação em braile para orientar pessoas com deficiência visual. As placas foram instaladas no início e no final de cada corrimão, informando o andar em que a pessoa se encontra”.

No Teleconsulta, os colaboradores também contam com elevador e banheiros totalmente acessíveis. E esse é um dos diferenciais para que o ambiente de trabalho seja acolhedor. É o que pensa o agente de atendimento Mário Lopes de Azevedo, 25 anos. Ele conta que nasceu prematuro, com paralisia cerebral, o que afetou as células que comandam as pernas. Para andar em distancias superiores a 100 metros, o jovem conta com o auxilio das muletas.

Casado e pai de duas filhas, Mário se divide em dois trabalhos. Alguns dias da semana ele trabalha 18 horas seguidas e ressalta a importância de atuar em um ambiente que promova a acessibilidade para o colaborador. “Há alguns meses atrás eu sofri um acidente em casa e fraturei o cóccix. No meu outro local de trabalho, eu precisava subir escadas, o que agravou um pouco. Agora está tudo certo, eles mudaram a minha sala e estou me recuperando. Por isso eu digo que o elevador aqui é muito importante tanto para mim, quanto para meus outros colegas”, declarou.

Para Deborah, quando a instituição agrega pessoas com deficiência na equipe e investe em uma inclusão real, tanto social quanto estrutural, os resultados são muito positivos. “O Idtech é uma instituição séria e socialmente responsável, que valoriza o ser humano. Como qualquer outro colaborador, a pessoa com deficiência também apresenta elevada produtividade se estiver motivada, tiver feedbacks, boas remunerações e um bom clima organizacional. É preciso se desprender da ideia de que a deficiência torna o profissional incapaz ou menos produtivo que seus colegas de trabalho”.




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