Goiânia, 12 de dezembro de 2017    




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(10/08/2017) Palestra no AMA dá dicas de alimentação para a prevenção do colesterol

Nutricionista tirou dúvidas de pacientes, indicou escolhas mais saudáveis e explicou como qualquer alimento pode ser consumido desde que com moderação

Ainda nas celebrações ao Dia Nacional de Combate ao Colesterol, lembrado no dia 8 de agosto, o Ambulatório de Medicina Avançada (AMA) do HGG recebeu nesta quarta-feira, dia 09, palestra da nutricionista Jhessika Ferreira Silva que falou com pacientes e acompanhantes sobre ‘Alimentação para prevenir o colesterol’.

A palestrante explicou que grande parte das proteínas de origem animal são fonte de colesterol, como a carne, o leite e seus derivados, além de frutos do mar e embutidos. Para esses alimentos as recomendações principais são no que diz respeito à escolha das carnes, como corte mais magros, e sua preparação, dando preferência para assadas, cozidas ou grelhadas e para a escolha de derivados desnatados, como leite, requeijão, iogurte e queijos magros.

Outra questão importante não é apenas cortar alimentos, mas inserir na dieta aqueles que auxiliem na redução do colesterol, como cereais integrais (quinoa, linhaça, aveia), folhas de cor escura, bagaço da laranja, e outras frutas, feijão, azeite de oliva e castanhas, entre outros que são fontes de fibras, já que elas contribuem para o controle do colesterol.

Entre as grandes dúvidas dos pacientes que assistiram à palestra, a escolha de margarina ou manteiga, que a profissional pontuou que, apesar de ser fonte de colesterol, o melhor é optar pela manteiga, contudo em pequena quantidade. “O problema não é o colesterol, em si, mas sim o excesso. Pode-se comer todos os alimentos desde que com moderação e fazendo boas escolhas, aliadas também à prática de atividade física, que é fundamental para o controle do peso e dos níveis de colesterol”, destacou Jhessika.

Outro questionamento recorrente foi se a banha de porco faz mal e pode ser usada, já que muitos pontuam que seus avós que moravam na fazenda ou no interior sempre utilizaram a banha e, grande parte, tem uma vida longa. “Muitos me fazem esse questionamento, mas a grande questão está no estilo de vida atual na cidade, com muito estresse, pouca atividade física e mais alimentos industrializados, diferente da rotina de quem mora no interior”, detalha, pontuando ainda que as maiores dúvidas estão nos alimentos do cotidiano. “A principal dúvida dos pacientes se eles podem comer coisas que eles gostam e elas até poderão, mas tudo vai depender dos níveis de colesterol de cada paciente para não precisar fazer grandes restrições sem necessidade”.

A bacharel em Direito e professora, Darci Lourenço de Abreu, já teve colesterol alto há cerca de quatro anos atrás, mas conseguiu controlá-lo com dificuldade, contou. “Já tive e não tenho mais, mas não foi fácil, pois para controlá-lo eu tive que associar três coisas, alimentação, em primeiro lugar, atividade física e o remédio. Nunca mais voltou, mas faço o controle sempre”, relata, afirmando ter adorado o assunto da palestra. “Achei muito interessante estar numa unidade de saúde e ter uma palestra sobre saúde. O colesterol é muito prejudicial e uma preocupação de todos nós”, concluiu.


Fonte: IDTECH






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