14/09/2020 - Pacientes e acompanhantes relatam tranquilidade após Sarau do HGG



Apresentação virtual acalma e distrai pacientes do hospital

Lucimar Pereira de Sousa, de Goianira, acompanha a mãe em um tratamento renal no Hospital Estadual Alberto Rassi – HGG, em Goiânia. Pela segunda vez seguida, participou do projeto Sarau do HGG. Desta vez, no entanto, ela não teve a surpresa da semana anterior. “Quando foi mais ou menos uma hora dessas (na quinta-feira passada), eu escutei um som de música evangélica. ‘Onde que estão esses hinos?’, me perguntei. Fui até na porta e fiquei olhando e não vi ninguém. Aí a menina que estava no quarto me falou que era das caixinhas (de som). Era um hino muito bonito que estava tocando no corredor. Nossa, é tão interessante!”.

Nesta quinta-feira (10), ao invés das músicas evangélicas, ela ouviu o pop rock de Cejane Verdejo, que a agradou da mesma forma. “Acho muito bom. Você está em um ambiente desse e você já fica triste, abatido. Quando você escuta um som desses, ou evangélico, ele te acalma, te deixa mais tranquilo. Pelo menos a mim acalmou”, disse a acompanhante, que disse já ter frequentado outros hospitais e não viu nada parecido.

A mãe, Otília Maria de Sousa, estava presente desta vez e também aproveitou o som. “Eu achei bom. É um alento para o povo, uma alegria, porque eles já estão aqui abatidos por causa dos problemas. Então, tem que ter uma coisa para dar mais uma força, uma alegria para a gente. Eu gosto mais de evangélica, mas não ouvi porque estava no tratamento.” Otília, no entanto, pode apreciar também a apresentação da semana anterior, da família do pastor Jairo Júnior, que junto com sua esposa Sheila Carvalho e as duas filhas Ana Clara e Ana Beatriz Carvalho, gravaram músicas de louvor para os pacientes do hospital. A equipe do HGG disponibilizou os vídeos para que ela assistisse a apresentação tão comentada pela filha.

A paciente Michele Rodrigues dos Santos, 24 anos, seguiu a linha de Otília e Lucimar e elogiou a iniciativa. “A gente distrai mais. Eu gosto de todos os estilos, mas escuto mais funk. É a primeira vez que me interno aqui e nunca tinha visto uma apresentação dessas em hospitais, só em escolas. Acho muito bom essa mudança de perfil.” Soraya Lopes de Oliveira, de Cristalina, que acompanhava a mãe, também foi só elogios à iniciativa de atendimento humanizado do HGG. “É uma iniciativa muito boa, que anima e alegra os pacientes e acompanhantes. Sai da monotonia de hospital e com certeza ajuda muito, pois aumenta a autoestima do paciente, dos acompanhantes. Alegra, né? E a alegria é muito importante para quem está se recuperando de problemas de saúde.”




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