Goiânia, 30 de abril de 2017    




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(29/08/2014) Cerca de 200 usuários participam de atividades de combate ao fumo no HGG

Ação promovida nesta sexta-feira, dia 29 de agosto, contou com palestra da pneumologista Heicilainy Gondim e com depoimentos de pessoas que conseguiram largar o vício

Neste Dia Mundial de Combate ao Fumo, 29 de agosto, cerca de 200 usuários do Hospital Alberto Rassi – HGG participaram de atividades de esclarecimento sobre os malefícios do cigarro e contaram ainda com uma apresentação cultural. A pneumologista Heicilainy Gondim ministrou uma palestra e abriu espaço para as pessoas que conseguiram largar o vício contarem suas histórias de superação. “O primeiro passo para largar o cigarro é estar decidido quanto a isso”, explicou a médica.

O lavrador Domingos Lima de Sena disse que começou a fumar com 12 anos, mas parou ainda jovem, com 18. Ele decidiu parar quando procurou saber por que andava cansado e não conseguia jogar bola direito. “O médico disse que era por causa dos cigarros. Respondi a ele que então não seria mais por conta disso, porque eu iria parar naquele mesmo dia. Peguei a carteira de cigarros e joguei fora”, contou ele, que assistia atentamente à palestra e quis dar seu depoimento. Ele ganhou uma camiseta da Brigada de Combate ao Tabagismo, formada no HGG há dois anos.

Durante a palestra, vários idosos disseram que começaram o vício muito cedo. Uma delas, contou que a mãe começou aos cinco anos porque sua vó dizia que era para “espantar mosquito”. A médica Heicilainy explicou que antigamente poucos sabiam o poder de destruição dos cigarros e fumavam para passar o tempo, mas que hoje não temos mais o direito de errar. “E não adianta trocar uma marca considerada forte para outra fraca que isso só faz você gastar mais dinheiro porque fumará uma maior quantidade de cigarros”, explicou.

A médica informou que o cigarro contém mais de 4,7 mil tipos de venenos e que causa câncer em diversos órgãos do corpo. O tabagismo está associado a 30% das mortes por câncer, 90% das mortes por câncer de pulmão, 25% das mortes por doença das artérias coronárias (infarto do miocárdio), 85% das mortes por doença pulmonar obstrutiva crônica, 25% por doença cerebrovascular (derrame), dentre outras.

Contadora de histórias
A contadora de histórias Vanusa Neves abriu as atividades do Dia Mundial de Combate ao fumo no Ambulatório de Medicina Avançada – AMA do Hospital Alberto Rassi, às 7h30. Formada em letras, interpreta uma personagem que ela mesma criou: Glorinha Fulustreka, uma menina que adora brincar com as palavras. Glorinha arrancou risadas quando inventou nomes difíceis para os usuários presentes. “Beijinhos com sabor de pequi”, despediu ela que valoriza os costumes goianos.


Fonte: IDTECH






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