Goiânia, 21 de setembro de 2017    




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(09/09/2014) Curso de capelania hospitalar reúne 44 voluntários

Evento contou com a participação de três segmentos religiosos: católico, espírita e evangélico. Aulas foram ministradas por coordenadores da comissão de assistência espiritual e por médicos e enfermeiros

Um hospital trabalha pela vida. A espiritualidade dá sentido à vida. Diante disso, o serviço de assistência espiritual do Hospital Alberto Rassi – HGG está crescendo e recebeu no sábado, dia 6 de setembro, mais 31 voluntários para o curso de Capelania Hospitalar. Além destes, 13 voluntários optaram por fazer uma reciclagem de seus conhecimentos e também participaram da atividade, das 8 às 16 horas.

O curso começou com uma emocionante apresentação do Coral Vozes da Terra, sendo que uma das integrantes é médica do HGG, a Sandra Portela. Com músicas cristãs, uma delas chamou mais a atenção por sua espiritualidade ecumênica. “A melhor oração é o amor/ Tu precisar orar / Mas tu deves lembrar / Que a melhor oração é o amor / Caridade também é oração / Gentileza auxílio e perdão / São as preces sublimes / Do teu coração”, dizia a canção.

Após serem informados sobre a Norma Regulamentadora 32, como funciona o Serviço de Controle de Infecção Hospitalar, e sobre a importância da lavagem das mãos os participantes assistiram a palestra sobre Cuidados Paliativos, ministrada pela médica convidada Érika Pereira, especialista na área. Estes cuidados é um conjunto de atos multiprofissionais que têm por objetivo efetuar o controle dos sintomas do corpo, da mente, do espírito e do social; que afligem o homem na sua finitude, isto é, quando a morte dele se aproxima.

De acordo com Érika, os voluntários de assistência espiritual exercem uma função de extrema importância para os pacientes que estão sob cuidados paliativos. “Este serão responsáveis por trazer mais conforto e deverá estender essa assistência para toda a família”, explicou. Segundo ela, um visitador deve considerar toda a história de vida do paciente, sem se ater apenas à doença e a situação que o mesmo se encontra. “Tem de ter um olhar diferente para o paciente, de respeito, de entender que ele é muito além do que aquela situação no leito.”, explica.

A médica explicou ainda que o voluntário é preciso estar sempre pronto para escutar e que é preciso encarar a morte como algo natural. “A morte é a certeza da vida. Morrer faz parte e é possível viver com a certeza de que um dia vamos morrer e com qualidade”, disse. A palestra de Érika foi seguida da apresentação do médico Nelson Gillet, também convidado, que fez uma relação sobre o que é a doença. “Curar raramente, aliviar frequentemente e consolar sempre”, disse ele.

O curso contou ainda com palestras dos coordenadores da Comissão de Assistência Espiritual, Walter Paulo Duarte e Cybelle Sales, que abordaram sobre as regras do voluntariado e das relações interpessoais. Para a coordenadora-geral da Comissão, Lili Moreira, o curso foi muito envolvente e reuniu pessoas realmente interessadas no trabalho voluntário. “Tivemos uma grande interatividade, até mesmo entre os segmentos religiosos. Este também é um dos nossos objetivos: promover a diversidade religiosa”, considerou.

De acordo com a coordenadora-geral, já está agendada uma reunião no dia 1º de outubro, quando ocorrerá a divisão dos grupos de voluntários para cada dia da semana. As visitas ocorrem de segunda a sábado, no período vespertino. Nos primeiros 90 dias dos voluntários, os grupos realizam as visitas supervisionadas pelos coordenadores da Comissão de Assistência Espiritual.


Fonte: IDTECH





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