Goiânia, 24 de abril de 2017    




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(10/10/2014) Comissão da Norma Regulamentadora NR-32 do HGG realiza vistorias e blitzes educativas

Membros da Comissão se reuniram e vistoriaram departamentos do hospital nesta sexta-feira, 10 de outubro

Em uma unidade que cuida de pessoas com doenças de médio e alto grau de complexidade, zelar pela saúde dos enfermos e profissionais que ali trabalham é mais que essencial: é vital. E para garantir a segurança da saúde dos trabalhadores existe uma norma importante que abrange medidas de proteção aos trabalhadores desta área. Trata-se na Norma Regulamentadora 32, mais conhecida como NR-32. E para averiguar o cumprimento da mesma, uma vistoria foi realizada em alguns departamentos do hospital nesta sexta-feira, 10 de outubro.

Em várias seções, como a lavanderia, recepção do Ambulatório de Medicina Avançada – AMA e farmácia, os colaboradores estavam de parabéns, já que estavam livres de adornos e os lugares estavam dentro das normas. “É muito bom chegar em um local e ver que todos estão empenhados nesta causa. Na maioria das vezes é difícil conversar com alguns, expor a norma, mas felizmente todos estão se adaptando”, pontua a coordenadora da Comissão, a gerente de Enfermagem do HGG, Wagna Teixeira.

Entretanto, duas irregularidades foram pontuadas durante a visita. Na chamada “área suja”, a comissão se deparou com um trabalhador terceirizado realizando suas atividades sem a utilização de equipamentos de proteção individual. De prontidão, Wagna se dirigiu ao responsável para pontuar a infração. “Prezamos pela saúde de todos os colaboradores da unidade. Se vemos algo errado, nosso papel é acionar os responsáveis e convocar providências”, diz. Outra ação que infringiu a NR-32 foi encontrada na copa dos trabalhadores terceirizados, onde havia resto de comida armazenado em um recipiente plástico. A notificação também foi feita de prontidão.

Comissão
Ao menos uma vez ao mês, os membros da Comissão da Norma Regulamentadora NR-32, juntamente com o Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho (SESMT), com a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA) e a Seção de Comissão de Controle e Infecção Hospitalar (SCCIH) se reúnem para discutir estratégias, novas formas de abordagens e vistorias. “A NR-32 precisa ter sua aplicação cobrada constantemente dos profissionais a quem ela é voltada. Algumas pessoas acham que estamos sendo muito rigorosos, mas com saúde não devemos ter limites, se a norma existe cabe a nos aplicá-la, bem como se fazer cumpri-la”, conta Wagna Teixeira.

Formada por representantes de vários departamentos, a Comissão procura fortalecer diariamente os seguimentos da norma. “Infelizmente temos alguns profissionais que optam em não seguir algumas das regras”, comenta Wagna. Este é o caso de alguns trabalhadores, especialmente mulheres, que não economizam na hora de completar o visual com adornos, tais como: brincos, pulseiras, relógios e colares. “Quando vemos alguém utilizando itens proibidos, ou mesmo vestindo jaleco antes de entrar no hospital, ou saindo ainda vestido com o mesmo, procuramos abordá-lo de maneira singela, mas fazendo-o refletir a fim de compreender a importância de respeitar essa norma”, pontua.

Segundo Wagna, as vistorias também são imprescindíveis, uma vez que verifica as falhas, os responsáveis são notificados e convocados a tomar providências. “Estamos intensificando as inspeções em todos os departamentos e principalmente naqueles que estavam em desacordo com a NR-32. Por exemplo, na última vistoria identificamos um fio de telefone que estava atravessado no corredor de um lado a outro, podendo causar um acidente de trabalho. O responsável pelo setor foi convocado, de imediato e tomou as providências cabíveis”, conta a coordenadora.

NR-32
A NR 32 tem por finalidade estabelecer as diretrizes básicas para a implementação de medidas de proteção à segurança e à saúde dos trabalhadores dos serviços de saúde, bem como daqueles que exercem atividades de promoção e assistência à saúde em geral. Ela traz informações sobre situações específicas que devem ser vetadas pelo empregador, como o ato de fumar e consumir alimentos nos postos de trabalho, além do uso de adornos e calçados, além da adequação dos ambientes e outros tópicos.


Fonte: IDTECH






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