Goiânia, 25 de maio de 2017    




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(25/11/2014) HGG substitui caldeira antiga por novo equipamento

Substituição foi necessária por causa dos riscos que caldeira antiga representava à segurança. Dois novos equipamentos são movidos a gás e possuem maior vida útil

O Hospital Alberto Rassi – HGG realizou nesta segunda-feira, dia 24 de novembro, a substituição da caldeira antiga por um novo equipamento mais moderno. Também movida a gás, a nova caldeira compõe com uma outra substituída em 2012, um sistema mais seguro e com vida útil estimada de mais de 30 anos. A necessidade de uma segunda caldeira se deve ao fato de que para realizar a manutenção preventiva e corretiva o equipamento deve estar desligado, e para servir como substituição no caso de paralisação de um dos equipamentos.

O diretor administrativo do hospital, Alessandro Purcino, explica que a aquisição foi necessária porque o equipamento antigo foi desativado em maio deste ano, pois apresentou superaquecimento com risco de explosão, colocando em cheque a segurança de colaboradores e usuários. “Nós utilizamos as caldeiras para esterilizar os materiais cirúrgicos; para lavar, secar e passar roupas; e nos chuveiros dos banheiros. Ela é de extrema importância para nós, o hospital não pode ficar sem água quente e vapor”, comenta.

Ele pontua, ainda, que foram investidos cerca de 150 mil reais, e que além das caldeiras o Instituto de Desenvolvimento Tecnológico e Humano (Idtech), Organização Social gestora do hospital, substituiu também a rede de ar comprimido. “Isso será útil na passagem das roupas hospitalares e em vários outros pontos da unidade.”

Vapor e água quente
Para realizar a lavagem, secagem e passagem dos enxovais, além da esterilização dos equipamentos de instrumentação cirúrgica, o Hospital Alberto Rassi – HGG faz a utilização das caldeiras, que geram o vapor superaquecido para alimentar as máquinas térmicas da unidade. Para reaproveitar o excesso de vapor produzido, a água que sai dos chuveiros das enfermarias é aquecida também por este sistema.

A gerente de serviços de manutenção do hospital, Edna Barreto, explica que a energia utilizada em todo este processo poderia ser fornecida pela concessionária de energia elétrica, a Celg, porém o custo financeiro seria inviável para a unidade. “Se hoje nós gastamos 80 mil reais com energia elétrica, caso suspendêssemos as caldeiras e optássemos pela Celg, teríamos um custo três vezes maior. Além do mais, a energia fornecida pela concessionária não é uma energia limpa e ecologicamente correta”, esclarece.


Fonte: IDTECH






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