Goiânia, 22 de outubro de 2017    




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(02/02/2015) Projeto Arte no HGG apresenta a mostra “A Imensidão das Cores”

Os artistas goianos Dilvan Borges, Manoel Santos e o paraense W. Bonnardiny se unem na exposição com arte naif na próxima terça-feira, 3 de fevereiro

Três artistas autodidatas que tem em comum a paixão pela abundância nos detalhes e a vontade de fazer o bem. Na exposição individual simultânea “Imensidão das cores”, os artistas goianos Dilvan Borges, Manoel Santos e o paraense W. Bonnardiny levam a arte deles para um hospital pela primeira vez com o intuito de colorir e alegrar a vida de quem passa pela unidade. A vernissage da mostra de estilo naif ocorre no dia 3 de fevereiro (terça-feira) às 19 horas, no Ambulatório de Medicina Avançada (AMA) do Hospital Alberto Rassi - HGG.

A exposição faz parte do projeto inovador Arte no HGG que promove a inclusão cultural de pacientes, acompanhantes e colaboradores, e também usa a arte como terapia alternativa para usuários do SUS que fazem tratamento no hospital, contemplando a política de Humanização da unidade. De forma voluntária, artistas expõem seus acervos nos corredores que deixam o hospital mais alegre e interessante.

Manoel Santos é gari durante o dia e a noite usa o tempo para pintar as telas. Ele utiliza a diversidade como principal vertente. Prioriza os animais em situações divertidas e com cores fortes passando a ideia de um ambiente ingênuo, quase infantil. Adepto da arte naif, o artista disse que está muito ansioso para a abertura da exposição. “Esse projeto de levar o trabalho do artista plástico para dentro do hospital é inovador. A arte naif tem a característica de cores fortes, o que leva alegria para as pessoas. É um conjunto. Para os pacientes se recuperarem, além de alimentação e remédios na hora certa, a arte chega para complementar esse processo, funciona como uma terapia”, disse.

Dilvan Borges retrata a piracema, com cardumes nadando rio acima para a desova no período de reprodução. Quem está apreciando a obra e vê a brincadeira das cores tem a sensação de que a imagem está em movimento. William Bonnardiny é autêntico retratando o meio urbano e suas indefinições. Em seu trabalho é possível ver as situações humanas frequentemente convencionais, ricas em cores e texturas, e que exemplifica a alma do povo brasileiro. Os dois compartilham da mesma opinião do Manoel. “A mensagem do nosso trabalho é alegre, colorida e ajuda a levantar a autoestima de quem está internado. Estamos trabalhando com obras inéditas para apresentá-las apenas no dia da exposição”, enfatizou. Esta é a quinta exposição recebida no HGG.


Fonte: IDTECH






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