Goiânia, 12 de dezembro de 2017    




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(17/06/2015) HGG alerta profissionais sobre os cuidados com os enxovais

Apenas em 2015, cerca de 50 campos cirúrgicos foram danificados. O valor de cada peça pode variar entre R$ 6 e R$ 130.

O Hospital Alberto Rassi – HGG está promovendo uma campanha para orientar os profissionais da importância do manuseio adequado dos enxovais da unidade. Nos últimos meses, muitas peças foram danificadas e tiveram de ser descartadas. O item campeão de danificações são os campos cirúrgicos. Apenas em 2015, 219 peças deste modelo sofreram algum tipo de estrago. O valor de cada peça pode variar entre R$ 6 a R$ 130.

O diretor técnico do hospital, Rafael Nakamura orienta que é necessário o profissional ter mais cuidado ao manusear os enxovais. “Os campos cirúrgicos, por exemplo, são colocados nos pacientes para isolar a área durante uma intervenção cirúrgica. Para conseguirmos este isolamento, vários campos são costurados por fios cirúrgicos. No final do procedimento, esses fios são cortados, e é nesse momento que o profissional deve ter atenção para não danificar o tecido que dá forma ao campo cirúrgico”.

A gerente de hotelaria do HGG, Karollyne Nogueira explica que não são apenas os campos cirúrgicos que estão chegando à lavanderia com avarias. “São vários itens como lençóis, pijamas, capotes e camisolas. Àquelas peças que podemos aproveitar, criamos algumas alternativas para não descartar de imediato. Usamos também como gorro, pano de limpeza, pano de maca, propé, pijama infantil e outros”.

Além dos rasgos e furos, Karollyne afirma que os esparadrapos e eletrodos também danificam os enxovais. “Ao retirarem os esparadrapos, o enxoval fica com a marca da cola, e em altas temperaturas na lavanderia, acaba danificando permanentemente a peça. Vamos continuar utilizando, porém a mancha permanecerá”.

Mas não são todas as peças que podem ser reaproveitadas. Karollyne alerta para a Resolução da Diretoria Colegiada (RDC 15), artigo 82, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) que proíbe o uso de embalagens de tecido de algodão reparadas com remendos ou cerzidas(campos cirúrgicos). A RDC complementa informando que sempre que for evidenciada a presença de perfurações, rasgos, desgaste do tecido ou comprometimento da função de barreira, a embalagem deve ter sua utilização suspensa, independente da quantidade de uso. Há campos cirúrgicos por exemplo, que, por conta do furo, é descartado já na primeira lavagem.



Fonte: IDTECH






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