Goiânia, 29 de junho de 2017    




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(06/07/2015) Ação Concentrada de Cirurgia Plástica contempla dez pacientes

Cirurgias aconteceram neste sábado, 4 de julho. Além de reduzir o tempo na fila de espera por cirurgias eletivas, ação tem o objetivo de contribuir na formação de médicos residentes

O Hospital Alberto Rassi – HGG promoveu neste sábado, 4 de julho mais uma Ação Concentrada de cirurgias eletivas. Desta vez, a Cirurgia Plástica agilizou dez procedimentos, entre eles mamoplastias, ginecomastia, correções de cicatrizes e de pálpebras caídas. As cirurgias começam bem cedo, já que os pacientes são internados na sexta-feira. Logo às 7 horas da manhã as equipes compostas por médicos residentes, staffs e anestesiologistas realizam os primeiros procedimentos.

A dona de casa Diracema Bezerra da Silva internou no dia anterior a Ação Concentrada e aguardava para realizar a correção de uma deformidade no braço. Natural da cidade de São Simão, interior de Goiás, Diracema conta que desde o nascimento convive com um excesso de pele no cotovelo esquerdo, que não parou de crescer com o passar do tempo. Ela afirma que não usa roupas cavadas, justamente para evitar a exposição da deformidade.

A dona de casa entrou na fila de espera em 2011 e encarou a cirurgia como um presente de aniversário. Completando 46 anos no domingo, 5 de julho, Diracema afirmou que agora espera acabar com o sofrimento. “Esse excesso de pele sempre me incomodou bastante. Dói muito quando faço atividades domésticas. Além disso, tenho muita vergonha. Quando saio na rua, todo mundo me pergunta o que é isso no meu braço e eu fico bastante constrangida”.

O piloto aposentado Dario Martins Ferreira sofreu um acidente de avião em 2011. Enquanto decolava, o motor da aeronave explodiu, causando queimaduras por todo o corpo. Há um ano, ele faz tratamento na unidade e aguardava pela cirurgia reparadora. Ele passou por correção de pálpebras caídas e também uma correção de cicatriz na boca, em decorrência do acidente. Bastante otimista ele diz que após conhecer o HGG passou a defender o SUS. “Aqui o serviço é prestado com qualidade. Não tenho nada para reclamar. Pra mim é hospital de primeiro mundo”. Ele que teve 35% do corpo queimado com o acidente, disse que após a cirurgia quer mudar totalmente. “Eu espero ficar bom, mais bonito, rico e mentiroso”, brincou.

O diretor técnico do HGG, Rafael Nakamura, explicou que atualmente existem cerca de 700 pacientes aguardando por cirurgia na especialidade Cirurgia Plástica, que é a maior demanda do hospital. Ele explicou como é feita a seleção dos pacientes. “Seguimos uma ordem cronológica. O critério mais importante para as cirurgias é o da antiguidade, ou seja, os pacientes mais antigos são operados primeiro. Mas não é somente isso. O HGG é um hospital escola, que forma médicos cirurgiões plásticos e também há uma escolha para a formação desses médicos. E obviamente como um hospital normal, fazemos as cirurgias que são indicações de urgência e emergência”.

O chefe do Serviço de Cirurgia Plástica do HGG, Sérgio Conceição afirmou que a utilização do Centro Cirúrgico aos sábados por apenas uma especialidade aumenta a produtividade. “Agora são 9 horas e desde às 7 horas da manhã, cinco cirurgias estão sendo realizadas simultaneamente. Durante a semana não conseguimos fazer essa quantidade de cirurgias ao mesmo tempo porque todas as especialidades utilizam o Centro Cirúrgico”.


Fonte: IDTECH






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