Goiânia, 26 de maio de 2017    




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(20/07/2015) Profissionais de enfermagem participam de treinamento sobre o protocolo sepse

Capacitação aconteceu entre os dias 13 e 16 de julho e abordou os principais sintomas e sinais da doença. Curso trabalhou os protocolos que já são implementados no Hospital Alberto Rassi – HGG e outros novos a serem empregados

O Hospital Alberto Rassi – HGG promoveu entre os dias 13 e 16 de julho uma capacitação voltada para os profissionais de enfermagem da unidade hospitalar. O treinamento abordou os sinais e sintomas da sepse, doença popularmente conhecida como infecção generalizada. A iniciativa partiu da Seção de Ensino e Pesquisa em parceria com a Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH) do HGG, com o objetivo de reforçar as práticas que já são implantadas no hospital, e apresentar novos protocolos que deverão ser utilizados.

O treinamento foi ministrado pelo subgerente de enfermagem do Centro de Terapia Intensiva – CTI, Álamo Araújo. Ele explica que a sepse não é uma realidade do HGG, mas sim do mundo inteiro, por isso a necessidade da implantação de protocolos cada vez mais eficazes. Ele contou aos participantes que cerca de 50% dos pacientes da UTI do HGG tem algum tipo de infecção, que pode ser isolada ou evoluir para um quadro mais grave. “O nosso perfil de atendimento é muito predisponente a essa patologia, que são os pacientes com diversas comorbidades, cardiopatas, de idade mais avançada, renais crônicos. Ou seja, temos uma tendência muito grande para desenvolver a sepse com mais facilidade”, disse.

A enfermeira Renata Lima de Souza, que atua na Clínica Médica do hospital, participou do treinamento e aprovou a iniciativa. Ela comenta que todo profissional pode se acomodar e não procurar atualizações, e quando o hospital promove esses cursos ele incentiva a capacitação do colaborador. “É sempre bom a gente reciclar os conhecimentos, os protocolos, a nossa rotina. Além disso, aprender coisas novas é maravilhoso”, avaliou.

Carlúcio Rodrigues, enfermeiro da Clínica Cirúrgica, compartilha da opinião de Renata. De acordo com o profissional, que trabalha há sete meses no HGG, os treinamentos promovidos pelo hospital relembram protocolos que foram aprendidos ainda na graduação de enfermagem. “Aprendemos protocolos novos e também deixa nós profissionais mais atualizados. Acredito que quem participar dessas capacitações deve multiplicar para os outros colaboradores para que o conhecimento seja geral.”

Para a enfermeira da Educação Continuada, Fabrícia Cândida, devido ao título de hospital acreditado pela Organização Nacional de Acreditação (ONA) é imprescindível que os protocolos de diagnóstico e combate à sepse sejam cada vez mais eficazes. Ela explica que assim que diagnosticado o problema no paciente, a enfermagem e os médicos têm somente uma hora para iniciar o tratamento e controle da doença. "Isso é para reduzir a mortalidade por sepse e também para evitar que o paciente entre em um estado mais grave, como sepse grave ou choque séptico", completa.



Fonte: IDTECH






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