Goiânia, 24 de setembro de 2017    




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(14/08/2015) Plantonistas do HGG recebem orientações sobre alterações dos protocolos de Sepse e de Pneumonia

Treinamento aconteceu entre os dias 6 e 11 de agosto e reuniu 60 plantonistas do Centro de Terapia Intensiva (CTI). Coordenadores do CTI ministraram o curso

O Hospital Alberto Rassi – HGG promoveu entre os dias 6 e 11 de agosto treinamento sobre as alterações do Protocolo de Sepse, que é popularmente conhecida como infecção generalizada, e Protocolo de Pneumonia. As aulas aconteceram no Auditório da unidade e reuniram 60 plantonistas do Centro de Terapia Intensiva (CTI). A iniciativa partiu da Seção de Ensino e Pesquisa em parceria com a Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH) do HGG, com o objetivo de reforçar os registros e notificações de pacientes com sepse, reforçar as práticas que já são implantadas no hospital, e apresentar novos protocolos que deverão ser utilizados.

De acordo com a enfermeira da Seção de Educação Continuada, Fabrícia Cândida, os protocolos clínicos têm o objetivo de estabelecer claramente os critérios de diagnóstico de cada doença, o algoritmo de tratamento das doenças e os mecanismos para o monitoramento clínico em relação à efetividade do tratamento e a supervisão de possíveis efeitos adversos. “Observando ética e tecnicamente a prescrição médica, os protocolos clínicos também criam mecanismos para a garantia da prescrição segura e eficaz”, afirmou.

O treinamento sobre o Protocolo de Pneumonia foi ministrado pelo coordenador do CTI, Durval Pedroso. De acordo com o médico, este é um protocolo assistencial para atendimento de pneumonia grave adquirida fora do hospital. “O treinamento foi necessário para estandartizar o diagnóstico, a assistência e que assim a gente consiga gerenciar o problema. Atualmente, 20% dos pacientes que chegam no CTI estão com pneumonia. Este protocolo é baseado em literatura mundial recente e traz as últimas referências no assunto”.

O coordenador do CTI, Marco Antônio, ministrou o treinamento sobre Protocolo de Sepse. De acordo com o médico, o grande objetivo da aula foi atualizar as equipes plantonistas sobre as mudanças que ocorreram no Protocolo de Sepse. “O curso é importante porque nos últimos dois anos, o Protocolo de Sepse passou por mudanças drásticas. Aqui no HGG, o protocolo institucional de sepse também sofreu mudanças. Então procuramos atualizar os plantonistas e mostrar a necessidade de notificar os casos, realizar a abertura do protocolo e tratamento adequado em tempo hábil. Tempo em sepse é vida!”.

Enfermagem

As equipes de enfermagem também passaram por treinamento do Protocolo de Sepse. As equipes foram divididas em grupos que passaram por capacitação desde o mês passado. Para a enfermagem, o responsável por ministrar os treinamentos é o enfermeiro chefe do CTI, Álamo Araújo.

A enfermeira Fabrícia Cândida explica que esta forma de dividir a capacitação em grupos tem o objetivo de focar nos resultados esperados de cada equipe. “Cada profissional tem um papel importante, desde o técnico que vai sinalizar os sintomas ou SRIS (Sinal de Resposta Inflamatória Sistêmica) , até o enfermeiro que avalia se é necessário acionar o médico para realizar um diagnóstico mais preciso e o tratamento adequado conforme preconizado pelo protocolo”.

Fabrícia afirma que os treinamentos tiveram muita adesão, principalmente do corpo clínico. “Uma vez que trabalhamos com os protocolos criados dentro do CTI, como foi o caso do Protocolo de Pneumonia, e o Protocolo de Sepse, nós trabalhamos um tratamento de acordo com o nosso perfil epidemiológico. Todas essas ações são importantes para segurança do paciente, uma vez que objetivo é preservar a vida. Além disso, estamos tratando o nosso perfil. Esses protocolos instituídos vão auxiliar no tratamento e identificação rápida e eficaz”, afirmou.


Fonte: IDTECH





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