Goiânia, 21 de outubro de 2017    




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(15/09/2015) Programa do HGG agiliza alta de pacientes com maior tempo de internação

Projeto implantado no HGG tem como público alvo principalmente pacientes que estão internados há mais de 30 dias e os que deixam o Centro de Terapia Intensiva (CTI) e vão para a enfermaria

O Projeto Terapêutico Singular (PTS) faz parte da Política Nacional de Humanização - PNH, criada pelo Ministério da Saúde e foi implantado no Hospital Alberto Rassi – HGG há dois anos e meio. A proposta é agilizar a alta de pacientes com maior tempo de internação propiciando uma atuação integrada das equipes valorizando outros aspectos, além do diagnóstico médico e da medicação, no tratamento dos usuários. Ele é voltado para pacientes com tempo de internação superior a 30 dias, os que deixam o Centro de Terapia Intensiva (CTI) e vão para a enfermaria e aqueles que, mesmo com tempo menor de internação, apresentam características que justificam a oferta desse atendimento articulado.

Assim, o Projeto Terapêutico Singular do HGG é um conjunto de propostas de condutas terapêuticas articuladas, resultado da discussão coletiva de uma equipe interdisciplinar. Os pacientes com essas características são assistidos por uma Equipe de Referência composta por um profissional designado pela chefia de cada uma das seguintes áreas: medicina, enfermagem, fisioterapia, fonoaudiologia, nutrição, psicologia, odontologia, farmácia clínica e serviço social.

De acordo com a diretora de Serviços Multidisciplinares do HGG, Rogéria Cassiano, a ideia é que o atendimento ao paciente não deve ficar restrito ao leito e ao consultório. “O PTS surgiu diante da necessidade de uma abordagem multidisciplinar aos pacientes de longa permanência na Instituição, pacientes portadores de doenças crônicas e com multi morbidades, ou casos mais complexos. O projeto tem tido resultados bastante positivos, pois além de promover a melhoria e humanização da assistência, também agiliza os atendimentos, exames e procedimentos, garantindo assim, a dinâmica de desospitalização do paciente”, afirmou.

O PTS já assistiu 86 pacientes. Destes, 54 receberam alta e apenas 11 reinternaram. A faixa etária que é mais assistida pelo programa está entre 70 e 90 anos. As altas dos pacientes acontecem após diagnóstico da equipe multidisciplinar. “A equipe organiza a assistência ao paciente a partir de uma anamnese clínica detalhada realizada pelo médico, de planos terapêuticos multidisciplinares eficazes, de evoluções compartilhadas e de discussões clínicas. E assim, mediante uma investigação mais ampliada das necessidades dos pacientes, pode-se identificar as demandas mais latentes e urgentes, agilizar o atendimento dessas demandas e otimizar a alta”.

A diretora de Serviços Multidisciplinares explica ainda que o papel da família do paciente é fundamental neste processo. “Todos os profissionais solicitam e estimulam o acompanhamento familiar durante internação do paciente, para que se integrem e participem do tratamento de saúde. Eles precisam estar preparados para a continuidade do tratamento domiciliar. Cada caso é analisado separadamente e se for necessário, o paciente recebe o suporte do serviço de "Home Care", que buscamos junto à outras instituições da rede de atenção à saúde, prestadoras deste serviço”.



Fonte: IDTECH





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