Goiânia, 23 de agosto de 2017    




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(16/09/2015) Nutricionista do HGG explica os benefícios da Dieta Mediterrânea na prevenção do Alzheimer

Atividade faz parte da campanha “Setembro da Prevenção – Alzheimer” promovida pelo HGG. Ação aconteceu na manhã desta quarta-feira, 16 de setembro no Ambulatório da unidade

Estudos apontam que os adeptos da dieta mediterrânea tem menos chance de desenvolver a doença de Alzheimer do que pessoas que possuem outros hábitos alimentares. Para informar a população e esclarecer este assunto, a nutricionista do Hospital Alberto Rassi – HGG, Kamila Silva ministrou palestra na manhã desta quarta-feira, 16 de setembro, no Ambulatório de Medicina Avançada (AMA) da unidade, para o público que aguardava por consulta. A ação faz parte da campanha “Setembro da Prevenção – Alzheimer” promovida pelo HGG durante este mês.

A dieta mediterrânea é um conjunto de hábitos alimentares que são tradicionalmente adotados pelas pessoas das regiões mediterrânicas. A nutricionista do Hospital Alberto Rassi – HGG, Kamila Silva explica que esta dieta é comum na população da Europa, principalmente na Grécia e Itália. “Os principais alimentos da dieta mediterrânea são peixes, castanhas, nozes, azeite, vinho e legumes e verduras diariamente”.

A dieta mediterrânea é conhecida por ser um pouco mais cara que as outras dietas. Para facilitar o acesso, pesquisadores desenvolveram outra dieta denominada MIND. “Esse ano surgiu um novo estudo que mescla a dieta mediterrânea com a dieta DASH, que é uma dieta para controle de hipertensão. A junção delas, que ficou conhecida como dieta MIND é mais eficiente ainda contra o Alzheimer. A MIND preconiza o consumo de peixes uma vez por semana, vinho e azeite diariamente, elimina o consumo de refrigerantes, doces e fast food, além do consumo diário de verduras principalmente na cor verde escuro, legumes e grãos integrais”.

A mãe da costureira Maria do Rosário é portadora de Alzheimer há cinco anos. Ela disse que desde que descobriu a doença, a mãe ficou muito agitada. “Mesmo com a medicação, não conseguimos acalma-la. A minha dúvida é se existe algum alimento que pode nos auxiliar”, perguntou. A nutricionista respondeu que alguns alimentos são calmantes naturais, como o chá de camomila e até mesmo suco de maracujá. “É importante também que a família incentive atividades para ocupar o tempo dela, como crochê, por exemplo”, respondeu Kamila.

A nutricionista esclareceu outra dúvida da plateia relacionada à sardinha, que é um peixe rico em ômega 3 e benéfico para a saúde. “Todos os alimentos enlatados tem um teor muito alto de sódio, é bom evitar. A sardinha é um dos peixes mais ricos de ômega 3 que é protetor do cérebro, então é importante tentar mesclar o consumo da sardinha enlatada com ela fresca. Quando for comprar a sardinha enlatada, optar pela que tem molho de tomate, que também é um protetor do alimento”, explicou.

A mãe da feirante Silvana Vieira tem 81 anos e tem alguns lapsos de memória. “A minha mãe é muito lúcida, faz várias atividades fora, é ativa na igreja, mas as vezes esquece pequenas coisas. Nunca fizemos exames para saber se ela tem Alzheimer. As vezes a gente pensa que todo velho é caduco, mas é importante palestras como estas para esclarecer. Podemos evitar as doenças antes que elas aconteçam”, afirmou.


Fonte: IDTECH





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