Goiânia, 18 de dezembro de 2017    




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(24/09/2015) Marcapasso é tema de palestra no Ambulatório do HGG

Ação marcou o Dia Nacional do Portador de Marcapasso. Cardiologista Antônio Malan explicou os mitos que envolvem o dispositivo e tirou dúvidas dos pacientes que aguardavam por consulta no Ambulatório da unidade

“É verdade que quem tem marcapasso não pode passar na catraca do ônibus?”, perguntou o aposentado José Alexandre da Silva. “Claro que pode. Isso é apenas mais um mito que envolve o dispositivo”, respondeu o cardiologista Antônio Malan. Além de José, outros pacientes aproveitaram para tirar dúvidas sobre o assunto na tarde desta quarta-feira, 23 de setembro, no Ambulatório de Medicina Avançada, do Hospital Alberto Rassi – HGG.

No Dia Nacional do Portador de Marcapasso, o cardiologista ministrou palestra e tirou dúvidas dos pacientes que aguardavam por consulta no Ambulatório. “A função do marcapasso é fazer com que o coração bata na frequência correta em pacientes com baixa freqüência cardíaca. Ele atua também naqueles que possuem insuficiência cardíaca e na prevenção e tratamento das arritmias graves”, explicou.

Malan explicou ainda que existem muitos mitos com relação ao marcapasso e que as pessoas não devem desesperar se precisar utilizar. “Muitos pacientes têm receio de contato com objetos elétricos ou eletrônicos, como tomadas, geladeiras, fogões. O cuidado que se deve ter é para evitar o choque elétrico, que todos nós devemos ter, independente de ter ou não marcapasso”, afirmou.

Além disso, o médico ensinou o público a medir o próprio pulso. “Coloque o dedo no pulso, com um relógio na outra mão, conte o número de batimentos em 30 segundos. Observe a intensidade. Multiplique o número de batimentos que você obteve por 2. Em adultos, o pulso normal em repouso fica entre 60 a 80 batimentos por minuto. Se a conta não fechar, é preciso procurar um especialista”, explicou.

Malan disse que com a população aprendendo a medir o pulso, evita-se cada vez as mortes súbitas, e claro, pode ser diagnosticado alguma doença ainda em estágio inicial. José Alexandre disse que vai passar as orientações para os familiares e amigos. “Todo o dia eu pego ônibus com uma senhora que diz que não pode passar na catraca porque tem marcapasso. Agora vou falar para ela que não tem problema”.

A dona de casa Inês Alves de Brito Pereira também participou da palestra. Ela aguardava por uma consulta com a dermatologista e aproveitou o tempo para tirar dúvidas. “O que eu mais gostei foi aprender a medir o pulso. A palestra foi bastante esclarecedora, é muito melhor que a televisão ligada. Pelo menos a gente aproveita para tirar dúvidas com os médicos, vocês estão de parabéns”.


Fonte: IDTECH






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