Goiânia, 22 de outubro de 2017    




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(24/09/2015) Usuários do HGG aderem à campanha do Dia Nacional de Doação de Órgãos

Nesta quinta-feira, 24 de setembro, Hospital Alberto Rassi – HGG promoveu atividades que sensibilizaram para a doação, além de esclarecer dúvidas sobre o tema

Diante da morte de um ente querido, você teria condições de decidir sobre a doação de órgãos? A aposentada Ana Perpétua do Socorro Ventura, mesmo com toda a dor de ter seu filho assassinado, não hesitou quando decidiu autorizar a doação das córneas. Ainda pesarosa com o que aconteceu há quatro anos, contou emocionada sua experiência para todos que participaram das atividades alusivas ao Dia Nacional de Doação de Órgãos no Ambulatório do Hospital Alberto Rassi – HGG, nesta quinta-feira, dia 24 de setembro.

“Doar órgãos é a chance de transformar a dor em alegria e isso é mágico”, disse a psicóloga Telma Noleto, em palestra para os usuários que aguardavam por consulta. Especializada na área de transplantes, a profissional esclareceu que um dos pontos cruciais para a doação de órgãos é a informação. “É necessário que não tenha dúvidas, esteja seguro da sua decisão e comunique à família”, explica.

O coordenador da Comissão de Transplantes do HGG, Alexandre Richter, mostrou a importância da doação de órgãos. Questionou se havia alguém na plateia aguardando por um transplante e apareceu a dona de casa Vilma Santos Ferreira, que faz hemodiálise há quatro anos. “Este é um exemplo de quem seria beneficiado com um transplante. Como ela, há milhares de pessoas que estão em um cadastro único no Brasil e aguardam por um doador”, comentou o médico.

A rotina de Vilma é bem cansativa. Ela, que não consegue mais trabalhar, é de Mineiros, mas faz hemodiálise em Jataí. “Saio de casa às 02h40 da madrugada, chego somente às 5h30 porque é preciso pegar outros pacientes. As máquinas são desligadas às 10 horas, mas como alguns passam mal, temos que aguardar para poder voltar para casa”, contou. De acordo com ela, o transplante renal poderia ajudar muito, podendo então voltar às suas atividades normais. “O problema é que muitos têm preconceito com a doação”, considerou.

Após a palestra, foi realizada uma dinâmica para mostrar de forma lúdica de mostrar que os órgãos podem ter continuidade em outras pessoas e salvar vidas. A ideia era fazer com que todos reflitam sobre o tema e se acreditarem na ideia avisar a família da escolha. O usuário Wesley dos Santos, gostou da iniciativa. Ele, que afirmou ser um doador de órgãos fez questão de entregar o crachá que representava um coração para a colega que estava ao lado.

Equipe
Às 10h30, a Central de Transplantes do Estado de Goiás promoveu no auditório um debate com os profissionais do HGG sobre o tema. Foi apresentado o filme “Feitiço do Coração”. A enfermeira da Central, Leila Márcia Pereira elogiou a iniciativa de levar o tema para os usuários do Hospital. “A esquipe do HGG tem cumprido com muita competência todos os protocolos para a realização das captações e transplantes. Todos vem trabalhando muito em prol da doação”, considerou.


Fonte: IDTECH






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