Goiânia, 25 de maio de 2017    




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(13/10/2015) Secretário de Segurança Pública confere atendimento aos presos no HGG

Joaquim Mesquita esteve no Hospital Alberto Rassi nesta quinta-feira, 8 de outubro, onde visitou a enfermaria de suporte aos pacientes do Complexo Prisional que estão passando por procedimentos eletivos

Na tarde desta quinta-feira, 8 de outubro, o Hospital Alberto Rassi – HGG recebeu a visita do secretário de Segurança Pública e Administração Penitenciária do Governo de Goiás (Seap), Joaquim Mesquita e do superintendente executivo de Administração Penitenciária, Coronel Edson Costa Araújo. O objetivo da visita foi conferir o local onde os presos do Complexo Prisional estão recebendo atendimento eletivo (não-emergencial).

Eles foram recebidos por toda a diretoria do HGG e pela coordenação do Instituto de Desenvolvimento Tecnológico e Humano (Idtech), organização social gestora da unidade, além da equipe médica que operou os presos. A estratégia de atendimento é considerada uma ação inédita em termos de Política de Saúde Carcerária e tem o esforço conjunto da Seap, Secretaria de Estado da Saúde (SES), Ministério Público e Idtech.

Para viabilizar o atendimento aos presos, o HGG adaptou uma enfermaria com suporte de quatro leitos. A segurança está sendo garantida por uma escolta penitenciária 24 horas e os presos não têm direito à visita. A primeira etapa de atendimento a 23 presos iniciou em agosto e sua conclusão está prevista para a próxima semana. Durante esse período, os presos receberam atendimento com a equipe médica e multidisciplinar da unidade, além de exames laboratoriais, diagnósticos de imagem, procedimentos odontológicos e cirúrgicos.

Após conhecer a enfermaria suporte e conversar com alguns presos, o secretário Joaquim Mesquita afirmou que essa ação atende a uma demanda antiga no Estado. “Nós tínhamos essa necessidade de dar um atendimento digno para estes presos com problemas sérios de saúde. O encaminhamento foi feito e agora em um prazo tão curto, essas pessoas já estão sendo submetidas ao tratamento cirúrgico e tendo a possibilidade de melhorar a sua vida, seja enquanto estiverem ainda dentro do sistema prisional ou até mesmo fora”, disse.

Joaquim elogiou ainda o modelo de gestão por organizações sociais implantado na área da saúde do Estado e que pode estender para o sistema prisional. “Nós louvamos essa iniciativa. As perspectivas para a população carcerária são boas, vamos melhorando cada vez mais. Nós temos buscado nos inspirar no modelo de organizações sociais na área da saúde, para que a gente possa também melhorar a gestão do sistema prisional como um todo. Uma das áreas que nós temos grande carência é de fato o atendimento a saúde da população carcerária”.

O superintendente Coronel Edson Costa Araújo afirmou que esta pode ser considerada uma ação inédita no Brasil. “Esta é uma iniciativa pioneira não só em Goiás, mas podemos dizer em termos de Brasil. Vem a atender uma demanda que estava reprimida há muitos anos. Nós levantamos as prioridades que tínhamos no Complexo e agora é uma resposta muito positiva que o Estado dá, enquanto sua obrigação de zelar pela saúde dos custodiados. Goiás dá uma resposta em relação aos cuidados e respeito ao ser humano que está privado de liberdade”.

Leandro Fernandes Dias é um dos presos que passou por procedimento cirúrgico. Ele afirma que esperou bastante pela cirurgia de reconstrução do trânsito intestinal. “Aqui todo mundo trata a gente muito bem, não temos nada a reclamar. Os médicos e as enfermeiras estão de parabéns. A gente não faz bagunça porque a gente sabe que tem muitos colegas na fila aguardando por cirurgia, todo mundo merece ser atendido”, disse.



Fonte: IDTECH






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