Goiânia, 23 de setembro de 2017    




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(21/10/2015) Golpe em familiares de pacientes do Huana

Familiares de pacientes internados no Hospital de Urgências de Anápolis (Huana) foram vítimas de golpistas que entraram em contato pedindo depósitos para custear cirurgias vitais

Um alerta para os familiares e também para os profissionais que atuam em hospital! Dois parentes de pacientes internados no Hospital de Urgências de Anápolis (Huana) foram vítimas na última quinta-feira, 15 de outubro, de golpes aplicados por telefone. De acordo com matéria publicada no jornal O Popular, os golpistas se passaram por diretores do hospital e pediram a cada um o depósito de R$ 1,5 mil para custear cirurgias vitais para os pacientes.

Uma das vítimas reside em Carmo do Rio Verde. O filho de 27 anos, está há mais de 20 dias na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do hospital com infecção pulmonar e traumatismo craniano por conta de um acidente. O pai disse ao jornal que o golpista ligou em seu celular e se identificou como diretor do hospital. Ele relatou de forma detalhada os procedimentos pelos quais seu filho tinha passado e, por fim, assegurou que o rapaz teria de passar por uma cirurgia urgente, inclusive, de transfusão de sangue.

O golpista disse ainda que a cirurgia poderia ser feita através do SUS, mas demoraria pelo menos oito dias e o estado do paciente requeria uma intervenção imediatamente. Em seguida, forneceu o número de uma conta bancária para o depósito da quantia. “Fiz uma cotização entre amigos e parentes para juntar o dinheiro”, contou o pai, que, após fazer o depósito, foi falar com a direção do hospital. “Aí que descobri que se tratava de um golpe”. Ele tem esperança de que a polícia consiga prender o ladrão e recuperar o dinheiro.

Investigação

O diretor administrativo do Huana, William Galvão afirmou para O Popular que já abriu auditoria interna para apurar possível envolvimento de funcionário no caso. Ele recomendou às equipes médicas maior cuidado com dados de pacientes. O delegado Hélio Rodrigues, do 2º Distrito Policial de Anápolis, adianta que o caso dever ser apurado pela polícia de Rondonópolis (MT), de onde partiram as ligações telefônicas e onde está a agência bancária usada nos golpes.

“Coletaremos o máximo de informações aqui em Anápolis e passaremos para a delegacia da cidade mato-grossense através de uma Carta Precatória”, disse o delegado. Rodrigues acha difícil a recuperação do dinheiro e considera a possibilidade de alguém de dentro do hospital fazer parte do esquema, devido às informações detalhadas que foram usadas para convencer a vítima.


Fonte: IDTECH





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