Goiânia, 22 de setembro de 2017    




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(04/12/2015) Dia Mundial de Combate à Aids é tema de campanha no HGG

Nesta quarta-feira, 2 de dezembro, a enfermeira Cleidiene Gontijo Oliveira ministrou palestra no Ambulatório de Medicina Avançada (AMA) para os usuários que aguardavam por consulta. Colaboradores receberam laços vermelhos e preservativos

Para comemorar o Dia Mundial de Combate à Aids, o Serviço Especializado em Saúde e Medicina do Trabalho (Sesmt) e a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa) do Hospital Alberto Rassi – HGG promoveram na unidade ações educativas, no intuito de alertar a população que a prevenção ainda é o melhor remédio. Os colaboradores receberam preservativos e laços vermelhos que simbolizam a solidariedade e o comprometimento na luta contra a doença. Além disso, o prédio do hospital está na cor vermelha, para lembrar a campanha.

A enfermeira do Centro de Terapia Intensiva (CTI) Cintia Morais de Oliveira aprovou a campanha interna e afirmou que até mesmo em unidades de saúde existe preconceito. “É preciso que as pessoas quebrem os tabus e abram a cabeça. A gente vê até mesmo dentro dos hospitais o receio em receber um preservativo e isso está errado. Vivemos uma era com tanta informação, porém os números da Aids estão crescendo, principalmente entre os jovens. Por isso é necessário essas campanhas educativas”.

Nesta quarta-feira, 2 de dezembro, a enfermeira do Sesmt, Cleidiene Gontijo Oliveira, ministrou palestra no Ambulatório de Medicina Avançada (AMA) para os usuários que aguardavam por consulta. A aposentada Josina Pereira Silva relatou para o público presente que o seu filho adquiriu o vírus. “O meu filho teve relações com uma mulher do nosso setor que era muito “falada” pela vizinhança. Logo depois ele descobriu que ela tinha Aids e que quando tinha relações com os homens, ela furava a camisinha”, explicou.

A aposentada elogiou a palestra e disse que é preciso que as pessoas se previnam. “No caso do meu filho, ele usou camisinha, mas a mulher agiu com maldade e passou pra ele. Ele tomou o coquetel por três anos e agora os médicos falaram que a doença estabilizou”, contou. Josina estava na unidade aguardando uma consulta de risco cirúrgico e elogiou o atendimento. “Aqui eu sempre fui muito bem atendida. Agora com essas palestras que distraem a gente enquanto não chamam a nossa senha, eu adorei”.

De acordo com a enfermeira Cleidiene Gontijo, é preciso disseminar a informação que a Aids não tem cura. “Explicamos como se pega a Aids, como se previne, quais os cuidados que a gente tem de ter para evitar, e depois do contágio, como se cuidar. Ainda existe muita dúvida e muito relato de pessoas que por falta de informações, adquiriram o vírus. Também percebemos que alguns desistiram do tratamento porque é prolongado. As pessoas ainda tem muita resistência em usar o preservativo ou porque incomoda ou por vergonha mesmo e acabam se contaminando”.



Fonte: IDTECH





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