Goiânia, 21 de outubro de 2017    




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(11/01/2016) Transplante no HGG: Mãe doará o rim para filha

Cirurgias ocorrerão de forma simultânea nesta terça-feira, 12 de janeiro, a partir das 7 horas da manhã. Valquíria Marta de Souza Caetano faz hemodiálise há mais de um ano e agora receberá o rim da própria mãe

O Hospital Alberto Rassi – HGG realizará nesta terça-feira, 12 de janeiro, a partir das 7 horas, a captação e transplante renal entre pacientes vivos. Os procedimentos contarão com a parceria da Central de Transplantes de Goiás e a previsão é que durem cinco horas. Desta vez, a cozinheira Valquíria Marta de Souza Caetano será beneficiada com um rim da própria mãe, a merendeira escolar, Maria Lúcia de Souza.

Valquíria começou a ter problemas nos rins há seis anos. Porém, há pouco mais de um ano, começou a fazer a hemodiálise. Ela se desloca até o hospital três vezes por semana para passar pelo procedimento, que dura cerca de quatro horas. “Sempre saio muito fraca. O processo é muito dolorido e tive de parar de trabalhar para me dedicar à saúde”, afirmou a cozinheira que é moradora de Itaberaí, cidade localizada há 100 quilômetros da capital goiana.

Mãe e filha estão sendo preparadas para os procedimentos há um ano e dois meses. Para passar pela captação e transplante, é necessário que os candidatos façam rigorosos exames que detectam a compatibilidade e o estado de saúde de cada um. A doadora Maria Lúcia de Souza está confiante e ansiosa. Quando soube que era compatível com a própria filha, não pensou duas vezes. “Eu acompanho a luta dela e sei que é muito difícil essa rotina de hemodiálise. Estou muito ansiosa e confiante que vai dar tudo certo”, afirmou.

Esse será o segundo transplante entre pacientes vivos realizados na unidade nos últimos dois meses. Pelo menos seis médicos do HGG e da equipe de captação da Central de Transplantes, incluindo nefrologistas, urologistas e anestesiologistas participarão das cirurgias. O nefrologista do HGG, Júlio César Soares Barreto, explica que o hospital está incentivando os transplantes em pacientes vivos, porque é uma forma de aliviar o sofrimento de quem tem de passar por hemodiálise.


Fonte: IDTECH






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