Goiânia, 24 de abril de 2017    




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(19/04/2016) HGG recebe visita do novo superintendente do sistema penitenciário de Goiás

Victor Dragalzew destacou os resultados positivos do projeto, além do atendimento eficiente e humanizado do Hospital Alberto Rassi

Na última sexta-feira, 15 de abril, o superintendente executivo de Administração Penitenciária de Goiás, coronel Victor Dragalzew, visitou o Hospital Alberto Rassi - HGG para conhecer os serviços de atendimento aos presos. Acompanhado dos diretores da unidade hospitalar e do Instituto de Desenvolvimento Tecnológico e Humano (Idtech), o superintendente conferiu os resultados positivos do projeto e conheceu as instalações do hospital.

Dragalzew destacou o avanço do atendimento do HGG nos últimos anos e o tratamento de excelência que é oferecido à população. "Excelência no atendimento e no tratamento humanizado dos pacientes, inclusive os advindos do sistema prisional", enfatizou. Desde agosto de 2015 o hospital já atendeu 49 presos em várias especialidades cirúrgicas.

Para o coordenador executivo do Idtech, José Cláudio Romero, esse atendimento especializado só é possível como resultado do esforço coletivo das equipes do hospital e da Superintendência Executiva de Administração Penitenciária (SEAP) de Goiás, que construíram uma comunicação direta e eficiente para este serviço. O diretor técnico do HGG, Rafael Nakamura, afirmou que esse atendimento vem sendo aperfeiçoado continuamente, desde sua implantação. "Com o aperfeiçoamento do atendimento é melhor para o paciente, que se recupera com mais qualidade", completou Nakamura.

O superintendente Dragalzew ressaltou, ainda, a importância da parceria entre o HGG e a SEAP e a necessidade de continuação do projeto. Segundo Dragalzew, o Estado possui hoje aproximadamente 13 mil pessoas que estão cerceadas de sua liberdade e por isso é importante que esse público também tenha acesso aos serviços de saúde. O superintendente acrescentou que "quando essas pessoas estão privadas de sua liberdade e desassistidas de suas famílias, sem condições de fazer um tratamento fora, seria muito mais difícil resolver os problemas de saúde dos encarcerados sem o apoio do hospital".

Fonte: IDTECH






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