Goiânia, 29 de abril de 2017    




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(04/05/2016) Terapeuta ocupacional do HGG aborda sobre prevenção e sequelas de acidentes de trânsito

Palestra aconteceu na manhã desta quarta-feira, 4 de maio, no Ambulatório de Medicina Avançada (AMA) do HGG. Prevenção a acidentes de transito e papel da terapia ocupacional na recuperação de pacientes foram abordados com usuários da unidade

A campanha Maio Amarelo foi instituída com o objetivo de chamar a atenção da sociedade para o alto índice de mortes e feridos no trânsito em todo o mundo. Aderindo à causa, o Hospital Alberto Rassi – HGG, além de estar iluminado na cor amarela, promoveu na manhã desta quarta-feira, 4 de maio, uma ação para alertar os usuários que fazem tratamento na unidade sobre a importância da prevenção aos acidentes. Além da distribuição de panfletos informativos, a terapeuta ocupacional Michele Vaz abordou ainda o papel deste profissional a pacientes com sequelas de acidentes.

A terapeuta explicou que pequenas atitudes podem evitar acidentes como uso de equipamentos de segurança incluindo o cinto e o capacete, no caso das motos. “Outra dica importante é sair de casa mais cedo e ter atenção à sinalização. Porém, a gente sabe que mesmo fazendo a nossa parte estamos sujeitos aos motoristas imprudentes. Fala-se muito de mortes no trânsito, mas temos um número muito alto de vítimas com sequelas graves, que terão dificuldades para o resto da vida”, alertou.

O papel da terapia ocupacional, de acordo com Michele, é ajudar a vítima a superar essas dificuldades. “As principais sequelas são traumatismo craniano, causando dano cerebral, que pode afetar os movimentos. Além disso, podem ocorrer outras lesões como a cognitiva e medular. Os pacientes acometidos ficam com dificuldades para comer, para tomar banho. O terapeuta ocupacional é habilitado para auxiliar nestas atividades de vida diária do paciente. O foco da terapia é deixar o paciente mais independente possível, e também treinar os cuidadores”, explicou.

O caminhoneiro Aparecido Domingos Rocha tem carteira de motorista há 55 anos e fica todo orgulhoso ao revelar que nunca se envolveu em um acidente. “Para dirigir é preciso atenção, não é apenas passar marcha. É necessário fazer as revisões com frequência e ficar atento. Eu conheço o Brasil todo e vejo muitos acidentes, inclusive com mortes. Gostei bastante da palestra, porque nos ofereceu conhecimento. Estou com 81 anos e estou aprendendo até hoje”, afirmou.


Fonte: IDTECH






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