Goiânia, 26 de abril de 2017    




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(05/07/2016) Família atendida pelo Núcleo de Assistência aos Pacientes Paliativos do HGG envia carta elogiando trabalho

Carta endereçada à equipe do Hospital Alberto Rassi agradece apoio oferecido ao paciente portador da doença de Creutzfeldt-Jakob e seus familiares

“Acreditamos seguramente que o tratamento paliativo deu ao Vicente a dignidade de um verdadeiro tratamento humanizado, diminuindo seu sofrimento”, diz um trecho da carta escrita por familiares do paciente Vicente Gonçalves dos Santos, portador da doença de Creutzfeldt-Jakob, aos profissionais do Núcleo de Assistência aos Pacientes Paliativos (NAPP) do Hospital Alberto Rassi – HGG. Assinada pela esposa Iraenys Maria Mendes dos Santos, a carta agradece a assistencia prestada a ela e à família pela equipe do hospital.

A partir dos primeiros sintomas da doença de Creutzfeldt-Jakob, o tempo de vida médio do paciente é de um ano. De acordo com Iraenys, “a dedicação dos médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem e outros membros do HGG fez com que essa estimativa fosse diferente com o Vicente, levando-o a resistir a bravos 2 anos e 8 meses de vida, após a primeira internação”. O paciente faleceu em maio deste ano.

A família agradece ainda as orientações dadas sobre como cuidar do paciente em casa, evitando as reinternações. “Assim que descobrimos que a doença não tinha cura fomos acompanhados e acolhidos por uma equipe de apoio, que nos explicou sobre os cuidados paliativos e os benefícios dos cuidados domiciliares. Aceitamos a proposta e após sermos muito bem orientados pela equipe do HGG, passamos a realizá-los nós mesmos em casa. Foi então que comprovamos com nossos próprios olhos: ele respirava melhor, dormia melhor, até a bexiga e intestino tinham um funcionamento mais regular, enfim ocorriam menos complicações e além de tudo ainda estava a salvo de infecções hospitalares”.

De acordo com a médica geriatra e coordenadora do Núcleo de Apoio ao Paciente Paliativo (NAPP) do HGG, a equipe acolhe e cuida do paciente e dos seus familiares. “O cuidado paliativo deve ser aplicado visando o conforto e controle de sintomas, principalmente por levar em consideração que o paciente está fragilizado, perdeu sua autonomia e normalmente é cuidado por alguém. No caso do seu Vicente, ele teve uma melhora na qualidade de vida, mesmo com a doença incurável, porque recebeu esse cuidado focado nos sintomas, com o apoio da família. O NAPP tem o foco no paciente e nos seus familiares, cuidando do luto, dos últimos dias, cuidando para que a família possa enfrentar com todo o apoio possível.”


Fonte: IDTECH






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