Goiânia, 23 de outubro de 2017    




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(04/08/2016) Automedicação é tema de palestra no HGG

Gerente do Serviço de Farmácia do hospital, André Cândido, explicou sobre armazenamento correto de medicamento e alertou sobre os riscos de tomar remédio sem prescrição médica. Atividade aconteceu nesta quarta-feira, 3 de agosto

O hábito de tomar remédio sem prescrição médica é muito comum, porém deve ser feito com cautela. O alerta foi feito pelo gerente do Serviço de Farmácia do Hospital Alberto Rassi – HGG, André Cândido. Nesta quarta-feira, 3 de agosto, o profissional esteve no Ambulatório de Medicina Avançada (AMA) da unidade e orientou os pacientes que aguardavam por consulta sobre a forma correta de armazenamento de medicamentos em casa, além dos riscos de se automedicar.

De acordo com André, mesmo os medicamentos considerados inofensivos como dipirona e paracetamol, podem representar riscos à saúde. “Não é normal sentir dor. É um sinal que existe alguma coisa errada no seu corpo. Se você tomar medicamento para dor, pode mascarar um problema maior. É importante levar em consideração que o remédio que faz bem para o seu parente, nem sempre vai fazer bem pra você”, explicou.

A dosagem também pode causar alteração no organismo. “Os comprimidos que possuem a divisão ao meio, podem ser cortados, os outros não, porque podem perder a eficácia. O Anador, por exemplo, não pode ser cortado. Os comprimidos revestidos, como a Neosaldina, liberam aos poucos o princípio ativo e também não podem ser cortados. Na dúvida, a recomendação é procurar ajuda de um profissional habilitado, para que ele auxilie na forma correta de ingerir o medicamento”.

Para quem não abre mão das “farmacinhas caseiras”, a recomendação é guardar em local adequado. “É importante seguir as recomendações que estão na embalagem, que é manter os remédios sempre protegidos da umidade, calor e claridade. Por isso, o local mais recomendado é dentro do guarda-roupa. É importante atentar também para a validade do produto. Medicamentos vencidos devem ser descartados de forma correta. Em Goiânia, as grandes redes de farmácia recolhem os medicamentos e encaminham para a incineração”.

Neusa Dias estava na unidade aguardando uma consulta com a cirurgia plástica. Ela explica que mantém uma caixa com vários remédios em casa, mas que consome com cautela. “Eu tenho enxaqueca e sempre guardo a medicação indicada pelo médico”. Ela elogiou as dicas e disse que vai repassar para a família. “Gostei bastante da palestra e vou ensinar o que aprendi para as minhas irmãs, que gostam mais de remédio do que eu”, disse.


Fonte: IDTECH






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