Goiânia, 23 de abril de 2017    




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(22/08/2016) Catira e violada caipira conquistam pacientes em apresentação folclórica

Atividade realizada no estacionamento do Hospital Alberto Rassi – HGG na noite do dia 18 de agosto marcou pacientes e colaboradores com música raiz e um show de catira.

Para lembrar a importância de se preservar os costumes populares e comemorar a semana do folclore brasileiro, o Hospital Alberto Rassi – HGG promoveu no dia 18 de agosto edição especial do projeto Sarau. A iniciativa, que tem como objetivo humanizar o ambiente hospitalar e utilizar a música como estratégia auxiliar de tratamento médico, recebeu o músico Arthur Noronha e o grupo de catira “Os Filhos de Aparecida”. As atrações aconteceram no estacionamento da unidade hospitalar e reuniu cerca de 100 pessoas, entre pacientes, colaboradores e convidados externos.

Arthur Noronha foi o primeiro a subir ao palco. O artista de apenas 18 anos surpreendeu o público com o talento para a viola, e cantou os maiores clássicos da música raiz. Ele contou aos pacientes que iniciou os estudos do instrumento há quatro anos por incentivo do pai, e que atualmente a música é o que mais lhe encanta. “Foi a primeira vez que me apresentei em um hospital, e gostei bastante da iniciativa. Estou feliz por ter contribuído com esse projeto, acredito que os pacientes gostaram bastante da minha apresentação. Essa oportunidade me despertou o interesse em fazer outras vezes ações assim”, disse.

Depois do violeiro, foi a vez do grupo “Os Filhos de Aparecida” encantar ao público com as batidas sincronizadas no tablado de madeira. Esta foi a segunda vez que os catireiros se apresentaram na Semana do Folclore do HGG, e mais uma vez conquistou elogios e gratidão dos pacientes. “Os filhos de Aparecida” se apresentam acompanhados de um berrante, dois violeiros e a imagem de Nossa Senhora Aparecida.

Para a coordenadora do grupo, Divina Delfina de Brito, participar das atividades no HGG é sempre uma emoção muito grande. “Percebemos que a maioria dos pacientes são pessoas idosas e que tiveram uma história no interior, nas fazendas. É visível a alegria que eles ficam em poder lembrar a história que viveram, além de proporcionar um momento diferente do que eles vivem aqui dentro do hospital com a rotina de tratamento. Estamos muito felizes em contribuir com essa iniciativa”, reforçou.

Onorfo José de Oliveira é um destes pacientes que vivenciou bastante a catira. O aposentado conta que viveu por muitos anos em fazenda, e nas “rodas de viola” sempre se arriscava na dança. “Quando eu era jovem eu dançava demais, como eu amava aquilo. Eu estava no quarto quando o enfermeiro me convidou para a apresentação, mas não disse que era uma catira. Quando fiquei sabendo que era a dança, me animei de imediato e vim prestigiar. Foi lindo!”

O evento contou com a presença da diretoria e coordenação do HGG/Idtech, José Cláudio Romero, Lúcio Dias Nascimento, Marcelo Rabahi, Alessandro Purcino, Rafael Nakamura e Natalie Alves, das artistas plásticas Helena Vasconcelos e Sáida Cunha, além da presidente da Comissão Goiana de Folclore, Izabel Signoreli.


Fonte: IDTECH






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