Goiânia, 29 de abril de 2017    




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(29/08/2016) HGG comemora terceiro ano do Sarau com artistas goianos

Celebração aconteceu nesta quinta-feira, 25 de agosto, na área externa do HGG. Amauri Garcia, Luiz Augusto, Cláudia Vieira e Fernando Perillo fizeram um grande show para o público da unidade

O projeto de humanização do Hospital Alberto Rassi – HGG, que leva semanalmente apresentações musicais para pacientes, acompanhantes e colaboradores, completou três anos neste mês de agosto. Desde o início, a iniciativa já recebeu mais de 860 artistas voluntários que levaram os mais diversos estilos musicais para o ambiente hospitalar. Representando as centenas de músicos que participaram do Sarau do HGG, a celebração que aconteceu nesta quinta-feira, 25 de agosto, contou com shows de Amauri Garcia, Luiz Augusto, Cláudia Vieira e Fernando Perillo.

O jornalista, radialista e DJ, Jhonny Botelho, apresentou o evento de forma voluntária. Ele afirmou que já conhecia e admirava o projeto, e quando surgiu a oportunidade de participar, ficou muito feliz. “Não sou cantor, mas hoje estou como voluntário, apresentando esse evento. Essa iniciativa é muito bacana e acredito que a música tem esse poder terapêutico, o poder de trazer alegria para as pessoas, de ajudar na cura. Que sirva de exemplo para outros hospitais”, afirmou.

Os primeiros a se apresentarem no palco montado na área externa do HGG, também são um dos artistas mais assíduos do Sarau: Amauri Garcia e Luiz Augusto. Eles já perderam a conta de quantas vezes já passaram pelos corredores do hospital levando música, alegria e palavras de conforto. Amauri afirmou que os artistas se descobriram no projeto. “Não existe nada mais humano que a arte, e a arte quando se alia a ciência, ganha um poder muito grande. E nós artistas descobrimos que aliar o nosso trabalho, o dom que Deus nos deu, à ciência, pode trazer um pouco de conforto para os pacientes internados. Agradecemos por fazer parte desta história que está sendo construída. Temos muito orgulho e prazer em participar”.

A presença de palco e irreverência de Cláudia Vieira encantou o público da unidade, principalmente durante a interpretação das músicas “Lanterna dos afogados” e “Negro Gato”. Esta foi a primeira vez que ela participou do projeto e cantou para o público formado em sua maioria por pacientes. “A arte é sempre um bálsamo pra alma, e eu fico honrada em cantar para pessoas que estão se recuperando e reestabelecendo a saúde. Acredito que a arte e a música podem ajudar na recuperação e na autoestima destes pacientes”.

Esta foi a primeira vez que Fernando Perillo cantou em um hospital. Ele disse que o projeto é conhecido no meio artístico goiano e elogiou a iniciativa. “Agradeço o convite e parabenizo este hospital que está com esta visão moderna de trazer a música e a cultura para os pacientes. Estou muito feliz, emocionado e satisfeito por participar deste aniversário”. Perillo se apresentou juntamente com a Banda Kalunga que é composta pelos músicos: Emídio Queiroz (violão), Gennysson Ponce (teclados), Sérgio Pato (percussão) e Renato Mendes (direção musical e contrabaixo).

Além de comemorar o sucesso do projeto, a noite proporcionou a realização do sonho de uma paciente. Davina Francisca do Nascimento que passou o seu aniversário em uma unidade básica de saúde, afirmou que valeu a pena ser transferida para o Hospital Alberto Rassi. Ela é fã do Fernando Perillo há muitos anos e tinha o sonho de conhecê-lo pessoalmente. “Eu fiz aniversário na terça-feira e considero que recebi o presente hoje. Quando soube que o Fernando estaria aqui, fiquei muito feliz. Ele é muito lindo e simpático, era tudo o que eu pensava mesmo, até me deu um CD, que eu amei!”, revelou a paciente que está internada para tratamento de lúpus.

O pedreiro Valdemy Vieira dos Santos também ficou emocionado com a celebração do Sarau. Ele está internado há nove dias e revelou que estava com muitas saudades da família, que participou da comemoração. “Na visita não da pra entrar todo mundo, então eu estava sentindo falta de conversar com meus filhos, sobrinhos, netos. Foi um momento único poder curtir os shows com toda a minha família”, agradeceu. A sobrinha dele, Lorrane dos Santos, também agradeceu a oportunidade. “Nunca imaginei assistir um show em um hospital. Acredito que faz bem para os pacientes sim, porque meu tio ficou mais feliz. Vocês estão de parabéns”.


Fonte: IDTECH






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