Goiânia, 30 de abril de 2017    




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(02/09/2016) Esclerose Múltipla é tema de palestra no HGG

Médico residente Kaio Tosta explicou para os pacientes do Ambulatório de Medicina Avançada sobre a doença e as formas de tratamento. Atividade marcou o Dia de Conscientização sobre Esclerose Múltipla


A Esclerose Múltipla é caracterizada por um processo inflamatório, que envolve, principalmente, o sistema nervoso central. Apesar de não ter cura, com o avanço da medicina foi possível proporcionar qualidade de vida para os pacientes. No mês em que se celebra o Dia de Conscientização sobre Esclerose Múltipla, o Hospital Alberto Rassi – HGG promoveu uma palestra no Ambulatório de Medicina Avançada (AMA) para tirar as dúvidas dos pacientes sobre a doença e as opções de tratamento. Nesta quarta-feira, 31 de agosto, o médico residente da especialidade de neurologia, Kaio Tosta, abordou sobre o assunto com o público.

Ele explicou que além de não haver sintomas específicos para a doença, o diagnóstico é demorado. “As pessoas não apresentam rigorosamente os mesmos sintomas, porque as manifestações dependem dos nervos afetados. Porém o portador da doença pode apresentar problemas na visão, dormência nos braços, tonturas, dificuldades para andar. Assim, para ter um diagnóstico, é preciso verificar a história clínica detalhada, exames clínicos e neurológicos e exames laboratoriais, que incluem ressonância magnética, entre outros”.

Ele explica que é normal que o paciente diagnosticado com esclerose múltipla tenha passado por outros especialistas, levando em consideração os sintomas. “Antigamente o paciente estava condenado a ter uma deficiência mais rápida, dificuldade para andar, para engolir. Não é possível prevenir a esclerose, porém, hoje em dia, todos os medicamentos são fornecidos pelo SUS. Quem faz tratamento adequado, consegue ter qualidade de vida por muitos anos”.

A aposentada Osvaldina Oliveira tem dois casos da doença na família. Ela conta que há muitos anos luta com uma dormência no corpo, e alguns médicos até acharam que ela seria portadora de esclerose, mas a hipótese foi descartada. “É importante procurar tratamento médico, porque essa doença é muito triste. Depois que a minha nora descobriu, ela ficou sem conseguir se movimentar, e agora vive em uma cadeira de rodas”.


Fonte: IDTECH






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