Goiânia, 29 de maio de 2017    




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(12/09/2016) HGG promove ações para visitantes e colaboradores no Dia Mundial de Sepse

Nesta terça-feira, 13 de setembro, data que é lembrada como o dia mundial da doença, o Hospital Alberto Rassi distribuirá panfletos para os visitantes. Além disso, o coordenador do Centro de Terapia Intensiva do hospital, Durval Pedroso, ministra palestra para os colaboradores

O Dia Mundial da Sepse, doença que mata mais de 200 mil brasileiros por ano, será lembrado com palestra e ação preventiva nesta terça-feira, dia 13 de setembro, no Hospital Alberto Rassi – HGG. Antigamente conhecida como infecção generalizada, essa doença pode ser prevenida com lavagem das mãos e uso racional de antibióticos. A partir das 15 horas, os familiares e acompanhantes receberão panfletos e orientações na portaria, antes de entrarem para visitarem os pacientes nas enfermarias e Centro de Terapia Intensiva (CTI).

Os profissionais que trabalham na unidade também receberão orientações sobre a doença. O coordenador do CTI, Durval Pedroso, vai ministrar uma palestra a partir das 19 horas, no Auditório do HGG, com o tema “Sepse, um problema de saúde pública”. De acordo com a gerente do Núcleo de Educação Continuada do HGG, Fabrícia Cândida, o Dia Mundial da Sepse é importante para conscientizar os colaboradores sobre a importância de seguir o protocolo correto da doença. “O HGG sempre investe no treinamento dos profissionais, para que os primeiros sinais da doença sejam reconhecidos rapidamente”.

Além disso, os visitantes do HGG também receberão informativos que explicam o que é sepse, e como o familiar pode identificar. “É importante esclarecer os sintomas dessa doença, que são febre alta, aceleração do coração, respiração rápida, fraqueza, pressão baixa, diminuição da quantidade de urina, sonolência, confusão, entre outros. Hoje a sepse mata mais que infarto e câncer, e é preciso disseminar as informações tanto para os profissionais da saúde, quanto para a população”.

A doença

Os dados do Instituto Latino Americano de Sepse (ILAS) mostram que a letalidade de pacientes provenientes do serviço de urgência em instituições públicas brasileiras é de 51,7%. As razões para essa letalidade elevada são múltiplas, entre elas: condições básicas de saúde da população inadequadas; dificuldade de acesso ao sistema de saúde; falta de infraestrutura na rede hospitalar, principalmente nos setores de urgência; número inadequado e despreparo de profissionais para atendimento e desconhecimento entre profissionais de saúde.


Fonte: IDTECH






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