Goiânia, 23 de abril de 2017    




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(18/10/2016) HGG atua na mediação de conflitos que envolvem assédio moral

Serviço de Acompanhamento e Orientação de Pessoal é coordenado pela Gerência de Desenvolvimento de Pessoas (GDP) da unidade

Coordenado pela Gerência de Desenvolvimento de Pessoas (GDP), o Serviço de Acompanhamento e Orientação de Pessoal do Hospital Alberto Rassi – HGG atua na mediação de conflitos que envolvem assédio moral. O projeto existe desde o início da gestão da organização social, Instituto de Desenvolvimento Tecnológico e Humano (Idtech), e atua no desenvolvimento de ações voltadas à melhoria do clima organizacional.

De acordo com a diretora de Serviços Multidisciplinares do HGG, Rogéria Cassiano, qualquer colaborador que estiver passando por algum conflito no setor em que trabalha, deve procurar a Gerência de Desenvolvimento de Pessoas. “O objetivo do serviço é melhorar o relacionamento interpessoal na unidade. Já tivemos casos em que o problema era a integração entre os próprios colegas de trabalho. Então, é importante relatar todos os casos, para que possamos identificar situações que evidenciam a existência de conflitos e adotar estratégias adequadas para a resolução dos mesmos, de modo a evitar que se transformem em relações de assédio”.

Todos os colaboradores, quando da admissão no HGG, passam pelo Treinamento Introdutório, que orienta o que fazer em casos de assédio moral. Além disso, o Serviço Especializado em Segurança e Medicina do Trabalho (Sesmt) conta com uma psicóloga para atuar em casos de queixas de doenças emocionais. “Pode ser que na mediação de conflito seja detectado que o colaborador esteja depressivo ou estressado. Então ele é encaminhado para o Sesmt, que o encaminhará aos profissionais especializados.

O que é

De acordo com a cartilha do Senado Federal, o assédio moral consiste na repetição deliberada de gestos, palavras e/ou comportamentos de natureza psicológica, os quais expõem o colaborador a situações humilhantes e constrangedoras, capazes de lhes causar ofensa à personalidade, à dignidade ou à integridade psíquica ou física, com o objetivo de excluí-lo das suas funções ou de deteriorar o ambiente de trabalho. A habitualidade da conduta e a intencionalidade são indispensáveis para a caracterização do assédio moral.

Sabe-se que o assédio moral pode ocorrer entre qualquer um dos empregados, independentemente do nível hierárquico. Assim, somente com a participação de todos é que se consegue um ambiente laboral saudável, livre de atos que podem, de algum modo, levar ao constrangimento o colega de trabalho.


Fonte: IDTECH






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