Goiânia, 20 de agosto de 2017    




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(07/11/2016) Compositor internado no HGG elogia Sarau com duplas sertanejas

José Barreto precisou ser internado no Hospital Alberto Rassi - HGG para amputação de um dedo do pé, em decorrência do diabetes. Nesta quinta-feira, 3 de novembro, ele participou do Sarau do HGG com os cantores Alex e Dagmar e Souza e Silvério e elogiou a iniciativa

Sentado na primeira fila de cadeiras e com um curativo que envolveu todo o pé, José Barreto observava os preparativos para apresentação musical que estava por vir. Sabia de cor todas as músicas que as duplas Alex e Dagmar e Souza e Silvério cantaram para os pacientes do Hospital Alberto Rassi – HGG, na tarde desta quinta-feira, 3 de novembro. Até que fez um pedido para os artistas: “Cantem “Bomba Relógio”, música de minha autoria e que foi gravada por Chico Rey e Paraná”.

As duplas ficaram felizes em saber que tinha um compositor na plateia, e entre uma música e outra, interagiram com ele. José Barreto está há 15 anos afastado do cenário sertanejo, desde que virou pastor evangélico. Mas ele conta que escreveu muitas músicas para cantores conhecidos como Chico Rey e Paraná, Léo Magalhães, César e Paulinho, Paula Fernandes e Frank Aguiar. “Hoje só canto músicas evangélicas e tenho cinco CDs gravados. Acredito que a música tem o poder de curar as pessoas, e esse projeto do HGG é um exemplo para os outros hospitais”.

O compositor precisou ser internado para amputação de um dedo do pé, em decorrência do diabetes, e na próxima semana vai passar por uma cirurgia de cateterismo. “Aqui não é lugar para chorar, é lugar para sermos alegres. No HGG só tem coisas boas, inclusive música da melhor qualidade”, elogiou. O comerciante Luis Carlos Pereira Lucas também aprovou as atrações, e fez questão de ficar até o final da apresentação. “Lembranças de um tempo bom, o Sarau foi maravilhoso”, explicou o paciente que está internado após sofrer um acidente de carro.

O show de Alex e Dagmar e Souza e Silvério reuniu as maiores canções do sertanejo raiz e que marcaram época, principalmente em Goiás. As modas de viola e as músicas caipiras encantaram o público que retribuía com palmas. Alex, que têm o costume de se apresentar em outros hospitais e abrigos agradeceu o convite. “A música faz bem pra alma da gente. Ela existe para alegrar e interagir. Vocês não imaginam a satisfação em ter recebido esse convite, queremos voltar outras vezes”.


Fonte: IDTECH





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