Goiânia, 22 de outubro de 2017    




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(17/02/2017) Hemocentro conscientiza pacientes do HGG sobre importância da doação de sangue

Enfermeira Miriã Faria Duarte ministrou palestra no Ambulatório de Medicina Avançada (AMA) do hospital nesta quarta-feira, 15 de fevereiro. Pacientes aprovaram a iniciativa

O vendedor Juvêncio Henrique Fialho Fogaça é doador de sangue há pelo menos 25 anos. Ele explica que sempre que pode, vai até aos bancos de sangue para fazer a doação, e que faz questão de ajudar quando algum familiar ou amigo está precisando. Na tarde desta quarta-feira, 15 de fevereiro, ele participou da palestra no Ambulatório de Medicina Avançada (AMA) do Hospital Alberto Rassi – HGG, que esclareceu sobre os mitos e verdades relacionadas à doação de sangue.

Ele estava na unidade acompanhando a irmã, que aguardava consulta com a equipe de ortopedia, e aproveitou para compartilhar com os demais usuários sobre a importância do ato. “Sempre fiz as doações por pensar que qualquer um pode precisar de sangue, pode ser eu, ou alguém da minha família. Somente no ano passado passei por cinco cirurgias e precisei receber sangue. É muito importante que as pessoas tenham essa consciência”, explicou.

A enfermeira do Hemocentro de Goiás (Hemogo), Miriã Faria Duarte esteve na unidade para alertar que nesta época do ano muitas pessoas tiram férias, ou viajam para aproveitar o feriado prolongado de Carnaval, o que ocasiona em uma baixa nos estoques de sangue do Hemocentro. Além disso, acontece o aumento do número de acidentes nas estradas em decorrência do maior movimento de carros trafegando.

Miriã explicou que a cada 100 brasileiros, apenas 2 são doadores regulares. “Para doar, basta apresentar documento com foto, ter entre 16 e 69 anos, com peso acima de 50 quilos. É importante nunca doar sangue em jejum, não ingerir bebidas alcoólicas nas 12 horas anteriores à doação, evitar fumar por pelo menos duas horas antes e depois, e evitar ingerir alimentos gordurosos”, explicou.

A aposentada Nelci Peixoto tem 70 anos e não pode mais doar, porém ela defende que as campanhas para conscientização sejam feitas constantemente. “Seria um prazer ajudar ao próximo, mas devido a minha idade não posso mais. Acho que o governo deveria investir em campanhas para lembrar as pessoas sobre a importância de doar sangue, porque às vezes a gente não doa porque esquece. Se tiver uma campanha sempre lembrando, acho que poderia ajudar”, declarou.


Fonte: IDTECH






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