Goiânia, 18 de dezembro de 2017    




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(10/03/2017) Núcleo de Apoio ao Paciente Paliativo do HGG realiza oficina com colaboradores

Equipes da recepção, segurança e Central Humanizada de Internação puderam conhecer o programa do hospital e tirar dúvidas

O Núcleo de Apoio ao Paciente Paliativo (NAPP) do Hospital Alberto Rassi- HGG realizou, nesta terça e quinta-feira, 7 e 9 de março, a Oficina Papo Sério: O que são Cuidados Paliativos?. A atividade foi conduzida pela coordenadora do NAPP, a geriatra e paliativista Ana Maria Porto Carvas, o psicólogo do Núcleo, Dimilson Vasconcelos Bezerra, e pela enfermeira Wagna Barbosa. Participaram da oficina equipes da recepção, segurança e Central Humanizada de Internação (CHI).

Ana Maria e Dimilson levantaram discussões entre os participantes sobre o que são cuidados paliativos, explicando como o NAPP funciona e qual o seu objetivo. "Se estamos em uma instituição que tem essa ala específica, temos que ter uma equipe preparada. Esses profissionais são a porta de entrada do hospital. Uma abordagem mais cuidadosa com o paciente ou familiar pode fazer a diferença", explicou a coordenadora.

A médica destacou ainda que a proposta da oficina é informar os colaboradores que trabalham na instituição por que é preciso ter um olhar diferenciado e ainda mais humanizado para pacientes de cuidados paliativos e seus familiares. "Diante da demanda que temos hoje, temos que propor essa troca, ouvir as dificuldades e passar informações. Trabalhamos da forma mais técnica e humana possível e precisamos fazer diferente para essas pessoas", encerrou Ana Maria.

A recepcionista do CHI Ariane Cezílio participou da oficina e garantiu que saiu melhor informada. "Mudou minha visão. Aprendi muito e vi muitas coisas que eu não sabia. A gente pensa que cuidado paliativo está relacionado só a morte, mas soube hoje que essa é uma visão errada. Com certeza esses ensinamentos vão influenciar nos próximos atendimentos", ressaltou.

O segurança Bruno Alves afirmou que por não ter conhecimento sobre cuidados paliativos, deduzia o que isso significava, mas não sabia como usar essas informações em sua função. "Essa atividade foi de extrema importância para nós, que lidamos diretamente com o público. É muito significativo sabermos como abordar essas pessoas e entender o lado do familiar, que às vezes chega desesperado ao hospital", destacou.


Fonte: IDTECH






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