Goiânia, 17 de agosto de 2017    




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(18/04/2017) HGG promove atividades para pacientes com Parkinson

Evento em alusão ao Dia Mundial do Parkinson aconteceu nesta quarta-feira, 12 de abril, no estacionamento da unidade

O Hospital Alberto Rassi- HGG promoveu na última quarta-feira, 12 de abril, evento em alusão ao Dia Mundial do Parkinson, no estacionamento da unidade, entre meio dia e 15 horas. Os pacientes que compareceram puderam participar de uma terapia diferente realizada através de um game sensorial, além de oficina de pintura em tecido e palestras com psicólogos, neurologista e fisioterapeuta.

Para iniciar o evento, o neurologista e especialista em Parkinson do HGG, William Luciano de Carvalho, reforçou a importância do conhecimento sobre a doença para que a qualidade de vida do paciente seja mantida. “Quanto mais souberem melhor, porque nem sempre o paciente está com a doença, apesar de ter alguns sintomas”. Segundo ele, há portadores de Parkinson que não sentem tremores. “Alguns sentem rigidez muscular, por exemplo”, explicou.

Destacando que a doença também tem consequências psicológicas, William disse que para combater alguns sintomas, o tratamento não é feito somente com remédios. “Muitos pacientes têm intestino preso, depressão, vários outros problemas relacionados. Nestes casos, o tratamento não será somente através de remédios via oral, mas sim com o trabalho de uma equipe multiprofissional de psicólogos e fisioterapeutas. Cada pessoa tem uma necessidade e um tratamento específico”, pontuou. Os participantes também tiveram palestras com a psicóloga Eutânia Filgueira da Silva e com a fonoaudióloga Vanessa Américo dos Santos.

Atividades
No evento, também foi instalado um vídeo game modelo Xbox para que os pacientes pudessem interagir, utilizando todo o corpo e o movimentando de acordo com jogos de boliche e futebol. Segundo a chefe da Seção de Fisioterapia do HGG, Joana Angélica França Barbosa Carvalho, o jogo virtual auxilia de forma lúdica e prazerosa, para “o ganho de coordenação motora, equilíbrio e movimento”.

O aposentado Vicente de Carvalho, de 81 anos, fez questão de compartilhar que adorou a atividade e que se sentiu mais forte e capaz ao participar do jogo. “Foi muito bom e ajudou bastante a gente a equilibrar, dominar mais nossos movimentos. A palestra do médico também foi muito boa, porque ele explicou bem o desenvolvimento da doença. Eu tenho melhorado bastante, pois faço fortalecimento e exercícios“, destacou. Ele estava acompanhado pela esposa, com quem é casado há 56 anos, Holanda Marcelina. Para ela, o tratamento feito no HGG é “ótimo, já que ele mal treme, não perde o equilíbrio e seu quadro é sempre estável”, disse em tom alegre.

Assim como Vicente, a aposentada de 67 anos, Sebastiana Queiroz, não economizou nos elogios ao evento. Ela, que precisou de quatro anos para descobrir o diagnóstico de Parkinson, participou da oficina de pintura em tecido com a artista plástica Helena Vasconcelos. “Para mim, foi tudo de bom participar. Quero voltar. Se tiver mais, quero ser convidada. Depois de participar da oficina me sinto bastante aliviada, distraí a mente e esqueci um pouco a doença”, salientou.



Fonte: IDTECH





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