Goiânia, 21 de agosto de 2017    




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(03/09/2008) Teleconsulta registra crescimento de 2 mil consultas ao mês

Central bate novo recorde de agendamentos no mês em que completou dois anos de funcionamento

No mês em que completou dois anos de funcionamento, a Central de Atendimento ao Cidadão – Teleconsulta quebrou, mais uma vez, seu próprio recorde, chegando a 64,7 mil agendamentos. A marca representa mais que o dobro da média de consultas marcadas antes da inauguração da Central, que era de 30 mil consultas. “Dobramos o número de consultas agendadas sem dobrar o número de médicos trabalhando”, comenta o secretário municipal de Saúde, Paulo Rassi. O desempenho tem sido possível porque a informatização da agenda permite um excelente aproveitamento das vagas de consultas disponíveis na rede, reduzindo perdas.

Consultas desmarcadas com até 5 horas de antecedência por usuários que não podem comparecer para o atendimento, por exemplo, estão sendo relançadas no sistema para serem reaproveitadas. O Teleconsulta também contribuiu para organizar o trabalho dos médicos, melhorando o aproveitamento dessa força de trabalho. Com todas as vantagens oferecidas pelo sistema, a central vem registrando um crescimento médio de quase duas mil consultas mês: pulou de 60,8 mil em junho para 62,3 mil em julho e agora, para 64,7 mil em agosto.

Desde que entrou em funcionamento, no dia 4 de agosto de 2006, até o dia 31 de agosto, o Teleconsulta marcou 1.259.081 consultas. Basta fazer a conta para perceber que o número supera e muito o quantitativo de moradores da capital que dependem do serviço.

Goiânia tem cerca de 1,2 milhão de habitantes. Eliminando os que podem pagar pelo seu próprio atendimento (não utilizam o SUS) e os que têm planos de saúde (em torno de 40%), sobram 700 mil habitantes aproximadamente. Essa parcela da população corresponde a pouco mais da metade das consultas agendadas em dois anos pelo serviço. Isso, sem contar os habitantes que residem nas áreas cobertas pelo Programa de Saúde da Família (aproximadamente 35% da população da capital), que não marcam consultas por telefone porque têm médico perto de suas casas.

“É como se cada morador que depende do teleagendamento tivesse agendado duas consultas nesse período”, comenta Paulo Rassi. “É mais que o recomendado.” É importante frisar que há pacientes que marcaram muito mais de duas consultas. Alguns tiveram mais de 30 agendamentos realizados no período. Há ainda os moradores de cidades vizinhas, que utilizam endereços de parente, amigos e casas de apoio financiadas pelas prefeituras do interior para agendar consultas pela central. Embora todos os municípios sejam obrigados a oferecer a assistência básica aos seus munícipes, isso ocorre porque as consultas básicas são a porta de entrada para os atendimentos especializados. “Quem vem de fora em busca dessas consultas está de olho nas consultas de especialidades, que seu município normalmente não oferece, o que onera sobremaneira a capital”, assinala o secretário municipal de Saúde, para quem o Teleconsulta está cumprindo plenamente o seu papel. “Não é por acaso que o serviço, inédito no País, tornou-se referência para o Ministério da Saúde.”

Fonte: Assessoria de Comunicação do Idtech/Teleconsulta





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