Goiânia, 18 de outubro de 2017    




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(23/10/2009) Gestores de unidades de Saúde aprovam serviços do Teleconsulta

Os diretores de unidades de saúde da capital que participavam do 8º Módulo Gestor, atividade de atualização realizada na terça e quarta-feiras pela SM

A Central de Atendimento ao Cidadão – Teleconsulta tem a aprovação geral dos gestores de unidades de atenção básica da rede municipal de saúde. Foi o que ficou evidente após o encerramento do 8º Módulo Gestor, atividade realizada pela Secretaria Municipal de Saúde na terça e quarta-feiras, dias 20 e 21 de outubro, para atualização de diretores de Cais, Ciams, Centros de Saúde e outras unidades administradas pela Prefeitura.
“Foi uma experiência extremamente gratificante porque ouvimos de todos os participantes da capacitação que o Teleconsulta foi a melhor opção encontrada pelo município de Goiânia até hoje para resolver problemas do setor da Saúde”, declarou a coordenadora técnica da Central, Maria Aparecida Sardinha.
“Percebemos que essas declarações foram motivadas não só porque o sistema trouxe mais conforto e tranquilidade para o usuário no agendamento de suas consultas. Os gestores aprovam o Teleconsulta como ferramenta de gestão”, constata Maria Aparecida Sardinha. “Eles observam que hoje, em função dos relatórios emitidos pela Central, têm condições de controlar melhor sua capacidade de produção e avaliar sua produtividade, o que antes, com o agendamento manual, era impossível.”
Na opinião de Marly Ribeiro Santos Pacheco, diretora do Centro Integrado de Atendimento-Médico Sanitário (Ciams) Pedro Ludovico, o Teleconsulta “é uma maravilha”. Ela diz que os usuários comungam da sua opinião. “Eles aprovam o serviço porque não precisam mais sofrer nas filas.” Se pudesse dar uma nota ao teleagendamento, Marly diz que daria 9,5. “Porque nota dez, só Deus mesmo”, brinca.
A principal vantagem oferecida, segundo ela, é a humanização da relação profissional X paciente. “Antes, nós, trabalhadores da unidade de saúde éramos o anteparo de toda a revolta do usuário mal-atendido.” Cândida Lopes Soares, da unidade da Estratégia de Saúde da Família (ESF) do Setor Eli Forte, não conhecia o Teleconsulta. “Fiquei encantada”, exclama. “Os atendentes são muito educados e o sistema oferece um apoio que o usuário não tinha. Antes, ele ficava perdido quando a equipe estava descoberta ou o médico entrava em férias. Hoje, tem uma referência.”
Para Cândida, a organização e a humanização do atendimento proporcionadas pelo Teleconsulta tranqüilizam os gestores e tem toda a aprovação dos usuários. “Eles até reclamam quando voltam a marcar suas consultas diretamente na unidade, pois preferem o sistema. Eu também acho que as unidades de ESF deveriam ser incorporadas ao sistema.”
Gildeone Silvério de Lima, diretor-geral do Distrito Sanitário Leste, acompanhou a implantação do Teleconsulta e atesta: “Não vejo mais fila nas unidades para marcação de consultas. O teleagendamento prestou uma contribuição enorme na organização da assistência básica. Reduziu os conflitos e viabilizou o controle efetivo da produção dos médicos.” Para melhorar ainda mais, Gildeone de Lima defende a adoção do sistema no agendamento de consultas da Estratégia de Saúde da Família (ESF) e da Odontologia. “Esses ainda convivem com filas.”
Heurimar Brito Araújo, da unidade de saúde de ESF da Vila Pedroso, acredita que o teleagendamento resolveria o problema das filas para marcação de consultas nas áreas, mas vê necessidade de alguma adequação do sistema para que ele se encaixe na filosofia da Estratégia. “Nosso atendimento foi instituído para as famílias que residem estritamente na área de abrangência de cada equipe. Atualmente fazemos a checagem se a pessoa que deseja se consultar é mesmo moradora da área, o que não seria possível com o agendamento pelo Teleconsulta.”
Gestora de unidade de saúde no município de Goiás há 16 anos, Célia Maria de Oliveira Domingues, diretora do Centro de Saúde do Conjunto Riviera, é incisiva ao afirmar que o Teleconsulta representou um avanço incomparável para a Saúde Municipal. “Presenciei filas desumanas nas portas dos centros de saúde que penalizavam especialmente idosos e deficientes. Assisti pessoas jovens se aproveitando de sua condição para conseguir senha e vender para os mais velhos, que não tinham forças para ficar na fila. O sistema acabou com tudo isso e hoje representa uma garantia de atendimento para o usuário.”

Fonte: ASCOM/IDTECH





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