Goiânia, 25 de setembro de 2017    




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(18/01/2011) Idtech recebe inscrições a cursos de pedreiro e informática básica

Vagas são destinadas aos beneficiários do Programa Bolsa Família e jovens negros em busca do primeiro emprego. Aulas são gratuitas, mas turmas nem sempre são preenchidas

O Instituto de Desenvolvimento Tecnológico e Humano (Idtech) está com inscrições abertas a cursos profissionalizantes. São 20 vagas para formação em informática básica e 27 para pedreiro. Os cursos são gratuitos e visam proporcionar oportunidades de emprego a pessoas carentes em áreas com maior demanda por mão de obra capacitada. Preencher as vagas, embora sejam gratuitas, não tem sido uma tarefa fácil.

O curso de pedreiro está sendo oferecido dentro do Projeto de Trabalho Técnico Social (PTTS), que visa à inclusão social de famílias beneficiadas com casa própria pela Prefeitura de Goiânia, por meio da Secretaria Municipal de Habitação (Smhab). Nesta edição, receberá inscrições até sexta-feira, dia 21 de janeiro, na Casa Social do Residencial Buena Vista, à Rua França, Quadra 13, Lote 01. O público-alvo é formado por beneficiários do Programa Bolsa Família. Turmas anteriores – em outros residenciais, como o Santa Fé – ficaram com vagas ociosas, apesar da divulgação realizada por meio de carros de som e em visitas casa a casa, pela equipe técnica social.

O curso de informática, oferecido pelo Centro de Inclusão Digital (CIT), escola mantida pelo Idtech em parceria com a Assessoria Especial de Políticas para a Igualdade Racial (Asppir) e o Procon Municipal, é aberto aos jovens de baixa renda que buscam o primeiro emprego. As inscrições podem ser feitas das 8 às 18 horas, na sede da Assessoria, que funciona no prédio do Procon Municipal, à Avenida Tocantins, nº 191, Centro. Duas novas turmas, com aulas no período vespertino, serão abertas em fevereiro.

Para um aproveitamento integral, tem sido convocado um número de inscritos superior ao das dez vagas oferecidas em cada uma das duas turmas. Nas seis turmas já formadas, o porcentual de desistência foi de 30% em média. Muitos dos alunos abandonam a oportunidade de qualificação por conseguirem colocação no mercado depois de começar a frequentar as aulas.

A dificuldade de mobilizar alunos não é um problema verificado apenas pelo Idtech. É um fenômeno que tem sido observado por outras instituições que oferecem cursos profissionalizantes, como o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai). Reportagem publicada pelo jornal O POPULAR nesta segunda-feira, dia 17 de janeiro, mostrou que 26% em 1,3 mil vagas oferecidas nos meses de outubro e novembro pela instituição não foram preenchidas.

Na avaliação da direção do Senai, segundo o jornal, além da falta de alunos, é comum o abandono dos cursos após as primeiras aulas. O candidato adquire conhecimentos básicos para executar determinada função e julga desnecessário concluir o programa de formação, perdendo a oportunidade de se aperfeiçoar por completo. O problema seria mais frequente entre trabalhadores jovens e, curiosamente, incidiria em áreas que tem maior carência de mão de obra.


Fonte: ASCOM/IDTECH





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