Goiânia, 22 de agosto de 2017    




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(11/02/2011) Pesquisa aponta que 79,4% têm facilidade de acesso à consulta não-emergencial em Goiânia

Levantamento a pedido do Idtech produzido pelo Fortiori mostra que, assim como divulgado pelo Ipea, o atendimento agendado no sistema público é satisfatório

Enquanto o atendimento de urgência e emergência nas unidades de saúde é o principal alvo das reclamações dos brasileiros, conforme o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), uma outra pesquisa mostra satisfação dos moradores de Goiânia em relação ao atendimento não-emergencial. Levantamento encomendado ao Instituto Fortiori pelo Instituto de Desenvolvimento Tecnológico e Humano (Idtech), aponta que 79% dos usuários tiveram facilidade para realizar consultas básicas eletivas feitas por clínicos gerais, ginecologistas e pediatras. A pesquisa, feita periodicamente visa atender obrigações previstas no contrato de gestão que o Instituto mantém com a Secretaria Municipal de Saúde para projetar, estruturar e gerenciar o serviço de agendamento de consultas por telefone para usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) de Goiânia.

Realizado nos dias 21, 24 e 25 de janeiro, o levantamento considerou uma amostra de 612 usuários do SUS e teve o objetivo de investigar como anda o atendimento nas consultas não-emergenciais pelo SUS em Goiânia, desde o agendamento até o atendimento pelo médico e o resultado do tratamento. A maioria (71,5%) avaliou de forma positiva o trabalho dos profissionais e 72,5% disseram que o tratamento foi eficaz. Apenas 18% dos entrevistados afirmaram que tiveram dificuldades para serem atendidos. A principal queixa foi a demora no atendimento pela unidade (12,7%).

Quando a pesquisa buscou investigar as respostas sobre o por que de o tratamento não ter sido eficaz, os porcentuais ficaram bem pequenos e não dá pra encontrar uma causa significativa, mas fica o alerta para os médicos: os pacientes querem mais atenção deles. Entre os entrevistados que disseram que o tratamento não deu certo, 4.3% relataram a estupidez, a falta de atenção e educação e o mau atendimento por parte destes profissionais como os fatores que interferiram nos resultados.
Como todas as consultas básicas eletivas são agendadas por meio da Central de Atendimento ao Cidadão – Teleconsulta, a pesquisa avaliou o serviço. De acordo com a Fortiori, o serviço de teleagendamento, que atende pelo telefone 0800 646 1560, tem índice de 89,2% de aprovação dos usuários.

Entre os entrevistados, 95,8% disseram ter sido atendidas com educação, 60,7% tiveram facilidade de falar com a Central, 76,5% já utilizaram o serviço mais de três vezes e 64,7% conseguiram marcar horário com o médico na unidade de saúde que queria. O porcentual de usuários que tiveram suas consultas efetivadas depois do teleagendamento foi de 85,6%. Dos que negaram ter sido consultado mesmo com o agendamento (13,1%), 60% tiveram a consulta reagendada na hora e 32,5% tiveram de ligar novamente ao Teleconsulta. A amostra restringiu-se aos usuários que utilizaram o serviço e que haviam acabado de ser atendidos nas unidades de saúde.


Fonte: IDTECH





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