Goiânia, 24 de setembro de 2017    




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(24/02/2011) Ambulatório Médico Especializado completa seis meses com 41.665 consultas marcadas

Unidade de saúde reúne 53 médicos distribuídos em 20 especialidades médicas. Maior oferta de vagas foi por ortopedia, cardiologia e otorrinolaringologia

Ao completar seis meses de funcionamento no dia 25 de fevereiro, o Ambulatório Médico Especializado (AME) atingiu os propósitos de organizar o atendimento médico nas especialidades oferecidas pela Secretaria Municipal de Saúde de Aparecida de Goiânia e oferecer aos usuários mais conforto e comodidade no acesso à saúde. A análise é da Secretaria Municipal de Saúde, que divulgou nesta quinta-feira, em parceria com o Instituto de Desenvolvimento Tecnológico e Humano (Idtech), o balanço das atividades nos primeiros 180 dias de implantação. Neste período, foram agendadas 41.665 consultas especializadas, sendo que a área de ortopedia teve maior oferta, com 7.236 (17,3%). Apesar dos avanços, a unidade de formato inédito em Goiás esbarra ainda na alta demanda e na falta de critérios dos profissionais da rede básica nos encaminhamentos para o atendimento especializado.

O AME reúne 53 médicos distribuídos em 20 especialidades. Depois de ortopedia, as áreas com maior número de agendamentos são cardiologia (5.480) e otorrinolaringologia (4.215). A média de atendimentos mensais é de 7 mil consultas. A unidade, gerenciada pelo Instituto de Desenvolvimento Tecnológico e Humano (Idtech), conta com 13 consultórios climatizados, especialmente planejados e funciona das 7 às 22 horas. Além de oferecer melhores condições de atendimento e maior conforto ao usuário, com a inauguração do AME, a Secretaria Municipal de Saúde passou a ter maior controle da produtividade dos profissionais e inibiu o tráfico de influência e venda de senhas para a consulta.

Para consultar com um especialista, o morador de Aparecida de Goiânia deve primeiro agendar por meio do Teleconsulta (0800-6461590) o atendimento com clínico geral, pediatra ou ginecologista e obstetra. São eles que deverão, caso julguem necessário, encaminhar o paciente para o atendimento especializado. Entretanto, existe na rede de atenção básica um excesso de encaminhamentos. De acordo com o secretário municipal da Saúde, Rafael Nakamura, há profissionais que estão destinando mais de 50% dos usuários para a rede especializada. “O Ministério da Saúde determina que pelo menos 80% dos casos sejam tratados pela própria atenção básica”, explica.

Para reduzir o número de usuários que aguardavam pelas consultas, seja pelo déficit de médicos ou pelo excesso de encaminhamentos, algumas medidas alternativas foram tomadas. Em janeiro, foi feita uma força tarefa no sentido de inserir os pedidos de consultas no sistema de agendamento de Goiânia, para que, por meio do Programa de Pactuação Integrada (PPI) as consultas pudessem ser realizadas nas áreas deficitárias do município. Com esta ação, reduziu cerca de 30% da demanda reprimida.

Para absorver a demanda de cardiologia, que também é uma das especialidades com maior número de pacientes, a Secretaria Municipal de Saúde e o AME, em parceria com o Hospital São Bernardo, disponibilizaram mais de 100 consultas mensais. O Hospital São Bernardo é referência em cardiologia para o atendimento de média e alta complexidade aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) do município.


Fonte: ASCOM/IDTECH





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