Goiânia, 25 de abril de 2017    




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(18/11/2011) Idtech apoia Projeto Rondon® Goiás em campanha preventiva contra a DPOC

Usuários do SUS receberam informações sobre a Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica no Ambulatório Médico Especializado (AME) nesta sexta-feira, dia 18 de novembro. Evento foi promovido em parceria com Liga Acadêmica do Pulmão da UFG

O dia 18 de novembro é lembrado mundialmente como o Dia da Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC), quando são realizadas diversas ações para a prevenção dessa enfermidade que atinge só no Brasil mais de 7 milhões de pessoas. Em Aparecida de Goiânia, o Projeto Rondon® Goiás levou acadêmicos de medicina para orientar e esclarecer as dúvidas dos usuários do Ambulatório Médico Especializado (AME). A campanha teve a parceria do Instituto de Desenvolvimento Tecnológico e Humano (Idtech), Liga Acadêmica do Pulmão da Universidade Federal de Goiás (UFG), Sociedade Goiana de Pneumologia e Secretaria Municipal de Aparecida de Goiânia.

É a terceira edição da Campanha de prevenção contra a DPOC promovida pelo Projeto Rondon® Goiás. De acordo com o acadêmico de medicina da UFG, Marcus Vinícius Muniz Lemos Souto, o envolvimento dos estudantes com a comunidade é uma importante experiência durante o curso. “Até o segundo ano os alunos não têm contato com pacientes. Mas, mesmo para os mais veteranos que já tiveram, a campanha é boa para revisar o que foi ensinado em sala de aula. Além do que é essencial para a nossa profissão ajudar em ações para o bem público”, disse. Os voluntários deram palestras aos usuários que aguardavam consultas no AME e para os acompanhantes. Além de distribuírem folderes explicativos sobre a doença e esclarecerem as dúvidas dos presentes.

O cigarro é o principal vilão da DPOC, termo que engloba o enfisema pulmonar e a bronquite crônica. “Sentia minhas veias apertando e ficava sem fôlego facilmente, até perceber que ia chegar um momento que não ia resistir mais”, contou a artesã Almerita Araújo de 73 anos. Ela parou de fumar, temendo sofrer consequências mais graves e hoje sente a melhora na qualidade de vida. “Os sintomas descritos na palestra eu sentia quase todos. Mas nunca foi diagnosticado algo mais grave no meu pulmão.” Ela parabenizou a palestra que assistiu enquanto aguardava a consulta com cardiologista.

A DPOC é pode ser considerada como uma doença sistêmica, uma vez que, alem das alterações nos pulmões, o portador pode desenvolver cardiopatias, hipertensão arterial, diabetes, asma, osteoporose, entre outras. É progressiva: seu início pode ser falta de ar para andar em locais planos e, nos estágios finais, o paciente já nem consegue tomar banho ou trocar de roupa sem ajuda de outra pessoa. Ocorre a partir dos 40 anos, apresentando sintomas como tosse, muitas vezes com catarro, e falta de ar. O tratamento não é curativo, mas pode-se evitar a evolução da DPOC e diminuir os sintomas. Os resultados são melhores se o diagnóstico e início do tratamento são realizados precocemente.


Fonte: ASCOM/IDTECH








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