Goiânia, 26 de abril de 2017    




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(16/04/2012) Idtech promove atividades em comemoração ao Dia Mundial da Voz

Colaboradores do Hospital Alberto Rassi, Teleconsulta de Goiânia e Complexo Regulador terão orientação de fonoaudiólogos. Em alguns postos de trabalho, até um ator encenará uma pequena peça teatral sobre como cuidar da voz

O Dia Mundial da Voz, na próxima segunda-feira, 16 de abril, será comemorado nas unidades geridas pelo Instituto de Desenvolvimento Tecnológico e Humano (Idtech). Os colaboradores que trabalham essencialmente com a fala, como por exemplo, os agentes de atendimento da Central de Atendimento ao Cidadão - Teleconsulta de Goiânia serão orientados por fonoaudiólogas e assistirão a uma peça teatral, que conscientizará sobre a necessidade de cuidar da saúde vocal. No Hospital Alberto Rassi (HGG), os profissionais lotados em ambientes tipificados como ruidosos também receberão material educativo, com o apoio da Seção de Fonoaudiologia.

De acordo com a Academia Brasileira de Laringologia e Voz, cerca de 70% dos trabalhadores utilizam a voz como instrumento de trabalho. Os agentes de atendimento de call Centers estão entre os profissionais que precisam essencialmente da fala, pois trabalham seis horas seguidas (sem considerar os três intervalos obrigatórios) ao telefone. Beber muita água, não ingerir alimentos muito gordurosos e evitar cigarros e álcool são algumas das recomendações para cuidar da voz.

No Teleconsulta de Goiânia e no Complexo Regulador, os agentes de atendimento poderão assistir uma peça teatral que o ator Semio Carlos do grupo Arte e Fogo elaborou especialmente em comemoração ao Dia da Voz. Segundo ele, a apresentação de dez minutos vai contar com poemas do Mário Quintana e terá a estética e o figurino circense. Além disso, os colaboradores assistirão a palestras sobre os cuidados que se deve ter para preservar as cordas vocais, ministradas pelas fonoaudiólogas do Centro de Referência em Saúde do Trabalhador de Goiânia (Cerest).

Frutas
Uma das formas de melhorar a qualidade da voz, é comer maçã e frutas cítricas, que tonificam e limpam a voz. Como elas diminuem a viscosidade da saliva, ajudam a evitar o pigarro que machuca as cordas vocais. Por isso, o Idtech sorteará em todos os seus postos de trabalho, com exceção do Hospital Alberto Rassi, uma cesta com estas frutas. O Instituto providenciará também a troca dos squeezes velhos por novos. Além de evitar o consumo de copos plásticos preservando o meio ambiente, estes squeezes garantem que a água esteja sempre disponível na mesa de trabalho.

HGG
O Hospital Alberto Rassi (HGG) é a única unidade de saúde no Estado a prestar atendimento fonoaudiológico clínico e ambulatorial gratuito em pacientes adultos. Ao longo de todo o dia 16 de abril, a equipe de fonoaudiologia irá distribuir material educativo e prestar esclarecimentos sobre a saúde da voz aos colaboradores lotados em ambientes tipificados como ruidosos, como a área da caldeira e a lavanderia, e aos que trabalham no atendimento ao público, entre os quais os atendentes de guichês e o pessoal da telefonia.

A fonoaudióloga Heine Zanluchi alerta que qualquer rouquidão que ultrapassa 15 dias é sinal de problema vocal. "As pessoas devem ficar atentas às alterações na voz que se mantém de forma prolongada e procurar um médico otorrinolaringologista", acentua. O câncer de laringe é uma das doenças mais graves a afetar diretamente a voz. Essa alteração também pode estar relacionada a problemas considerados mais simples, entre os quais o nódulo vocal, cisto vocal e paralisia de prega vocal – quando a pessoa apresenta voz soprosa e engasgos.

A Seção de Fonoaudiologia do HGG é composta por sete profissionais. Heine Zanluchi informa que a equipe é apta a realizar a reabilitação vocal, conduta que melhora de forma significativa as alterações causadas pelo nódulo, cisto e paralisia vocal. No ambulatório, especificamente, a equipe também presta atendimento aos pacientes que têm sequelas de acidente vascular cerebral como afasia (ausência da fala, distúrbio da compreensão e expressão da linguagem) e disfagia (distúrbio da deglutição, que provoca engasgos) e, ainda, em pessoas que apresentam problemas como desvio de septo, adenóides e alergias, entre outros, que as fazem respirar pela boca.

Fonte: IDTECH / HGG






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