Goiânia, 29 de abril de 2017    




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(24/08/2012) Hospital Alberto Rassi – HGG prepara projeto de calçada sustentável

Nesta sexta-feira, a unidade hospitalar foi visitada por uma equipe de técnicos da AMT, que executará o Projeto em parceria com o Idtech, Organização Social que gerencia a unidade hospitalar

O Hospital Alberto Rassi – HGG recebeu nesta sexta-feira, dia 24 de agosto, a visita de uma equipe da Agência Municipal de Trânsito (AMT), que executará, em parceria com o Instituto de Desenvolvimento Tecnológico e Humano (Idtech), organização social que gerencia o Hospital, o projeto de calçada sustentável. Estiveram na unidade os arquitetos Ciro Augusto de Oliveira e Sarah Rassi Almeida e a engenheira Ana Damasceno, que avaliaram toda a área de implantação do projeto, para verificação de alternativas e adequações no sentido de equacionar o trânsito de pedestres e o fluxo e estacionamento de veículos em torno do prédio.
Embasado no manual lançado pela Prefeitura em parceria com o Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura de Goiás (Crea-GO), o Projeto será executado também em parceria com a Secretaria de Planejamento (Seplan). Durante a visita a calçada foi medida em diferentes pontos e os técnicos estudaram, sob o aspecto do trânsito, alternativas de humanização e revitalização do espaço. Eles foram recebidos pelo coordenador executivo do Idtech, José Cláudio Romero, pelo diretor-geral do HGG, André Luiz Braga, e pelo engenheiro ambiental do Instituto, Daniel Régis de Oliveira Ribeiro. A visita aconteceu pela manhã, durante o trabalho dos operários da Companhia de Urbanização de Goiânia (Comurg) e técnicos da Agência Municipal de Meio Ambiente (Amma), para a poda de 35 árvores.

Além de ser preparatória para a execução do Projeto, a poda das árvores foi solicitada à Prefeitura para viabilizar, neste sábado, dia 25 de agosto, a retirada de caldeira movida a diesel e de um tanque com capacidade para 11 mil litros de combustível de dentro da área do Hospital. As três espécimes de Terminalia catappa (Sete-copas), dificultavam o acesso do guincho que vai içar o equipamento a ser substituído por outro. Movido a Gás Liquefeito de Petróleo (GLP), o novo modelo foi indicado durante a Conferência Rio + 20 e é recomendado também pela Amma. E além de mais ecológico, é mais econômico. Um levantamento feito a partir do consumo atual de diesel e a previsão de consumo de gás indica uma economia anual de 100 mil em combustível com o novo equipamento.

O equipamento a diesel foi condenado em função da poluição causada pelo óleo queimado para colocá-lo em funcionamento. A fumaça preta que escapa do Hospital causa reclamações e prejudica a vizinhança, o que desencadeou multa contra o Estado superior a R$ 100 mil. Outro fator que desabona o uso do diesel é a maior segurança oferecida pelo GLP. Hoje, o HGG tem duas caldeiras movidas a óleo, mas apenas uma será devolvida à Secretaria Estadual de Saúde – SES, junto com o tanque de combustível. A outra continuará no hospital, mas convertida para uso de gás.


Fonte: IDTECH / HGG








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